Flavia Monteiro, disse ao Divinews que em greves passadas, os médicos tiveram reajuste diferenciado dos demais servidores, some-se a isto o fato que o atual movimento reivindicatório da categoria começou sem que eles conversassem com o SINTRAM, começaram sozinhos, então prossigam sozinhos.
A secretária do sindicato, que eles estão pensando como médicos e não como servidores públicos, e como médicos eles não tiveram força suficiente para deflagrar uma greve, então agora querem o apoio do Sintram. A categoria não aceita dar este apoio.
Flávia disse que 30% não podem parar e tem dúvidas se os médicos das unidades de saúde vão aderir, o que o sindicato esta sabendo é que somente o pronto-socorro está com este movimento, sendo assim, ela acredita que vai ter médicos nos posto.
Quando perguntada se os médicos de outras unidades, que não aderirem a esta possível paralização dos médicos do pronto-socorro poderiam suprir a ausência dos grevistas, ela disse que é uma decisão do governo, mas a principio não sabia.
Quanto ao fato dos 30% não poder parar, ela foi categórica: “não vai fazer diferença, eles já estão trabalhando assim – Fiquei sabendo que alguns dias atrás havia apenas um médico no pronto-socorro para atender tudo, tem dias que não tem médico nenhum – Eles já estão trabalhando desse jeito, com a operação tartaruga, diminuíram o atendimento – Eles já estão fazendo uma greve branca, independente desta greve que eles vão fazer no dia 17, só se neste dia eles vão parar totalmente”
“Esta é uma pressão dos médicos contra a administração, a greve não vai mudar nada, porque desde janeiro eles estão procedendo desta forma, usando a operação tartaruga”, continuou Flávia.



