Jô Moraes relata descontentamento dos produtores e comerciantes da CEASA MINAS

Publicado por: suporte

Além do preço, uma série de regras é imposta aos comerciantes, além do temor que paulatinamente eles sejam retirados do local.

O chamado pessoal da pedra (Mercado Livre dos Produtores), pessoas que lutam contra toda série de vicissitudes para colocar o produto essencial em nossa mês, o alimento reclama do alto preço da diária paga pelo local onde vende sua produção. O espaço de 1,5m por 3 metros, durante a semana tem diária de R$ 8,00 e nos finais de semana, por conta da chamada reserva técnica, este valor sobe para R$ 13,00.

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O fato de os espaços serem bem pequenos, carentes de lixeiras e de outros instrumentos que torna o trabalho menos desgastante, também foi apontado pelos produtores de frutas, hortaliças e legumes da vasta extensão territorial de Minas Gerais como um problema a ser superado.

A necessidade de obras de infra-estrutura básica, em especial das vias de acesso às regiões rurais de nosso Estado, como a MG-20 no trecho que leva a Bambuzal, ou a Boa Vista, entre muitos; e de incentivos para a compra de maquinário que aumente e aperfeiçoe a produção foram outras reivindicações apresentadas.

A deputada fez um apelo para ao CEASA MINAS e para a EMATER abrir um canal de entendimentos com os agricultores, que se mostram apreensivos com a implantação do sistema de débito e crédito.

Este sistema exige que os produtores especifiquem a quantidade exata das mercadorias a serem comercializadas. A maioria considera impossível de fazer tal estimativa, isto porque as condições das vias e as características das propriedades, muitas vezes são empecilhos à discriminação de forma tão criteriosa.

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