Coronel, várias vezes vimos caminhões de entrega da coca-cola parar irregularmente em fila dupla, dando um nó no trânsito, em vias principais, como exemplo na Av. Antônio Olimpio de Morais, entre outras. Que providências serão tomadas contra esta empresa especificamente?
Já notificamos estas empresas de bebidas para que elas respeitem as normas de trânsito. Iremos autuar. A princípio, estamos apenas comunicando, mandando um documento para que elas façam com que seus motoristas obedeçam. Em vários outros locais eles tem descumprido por completo as normas de transito, estacionado e parado seus caminhos de entrega da melhor forma que aprouver, ou seja, se o estabelecimento comercial, em que vão entregar o produto é do lado contrario, eles param na contramão.
Isto a secretária de transito e transporte não vai permitir mais. Detectado a infração, vamos tomar providencias. Primeiro, estamos tentando convencer as empresas para que elas façam o seu motorista obedecer. Assim vale também para os correios e para os veículos de órgão públicos, porque a lei é para todo mundo.
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Alguns motoristas, especialmente os motociclistas não tem obedecido a prioridade dos pedestres em suas faixas, colocadas em vários pontos da cidade, o que a secretária de transito vai fazer a respeito?
Vamos iniciar no mês de março, até o final do ano, uma campanha permanente de orientação aos motoristas, para que respeitem as faixas de pedestres. Sabemos que é uma questão de educação. Em determinados momentos somos motoristas, mas em outros pedestres e como motoristas é bom parar e respeitar. Se isto não vem ocorrendo é mais por falha humana, e não de gestão.
A grande parte respeita. O motociclista que não respeita, é motoqueiro e não motociclista, que, aliás, é um problema nacional. O motoqueiro é uma praga. Eles precisam parar de fazer gracinhas, achando que são os donos das vias públicas, que faz o que quiserem, levando perigo a todas as pessoas, sobretudo aos pedestres e a eles próprios, porque nos casos de acidentes envolvendo motos e carros são eles as maiores vítimas.
Coronel há alguns dias, ainda no mês de dezembro, na rotatória do bairro Bom Pastor, na hora do rush, havia uma equipe da secretaria de trânsito presente naquele momento. O trânsito estava bastante “pesado”. Fiquei observando por alguns momentos e constatei que o fluxo maior era dos veículos que viam pela Avenida JK em direção ao centro e da Avenida Sete de Setembro em direção à JK, perguntei aos agentes porque eles não estavam interferindo operacionalmente para dar mais fluidez ao transito. Um dos agentes respondeu que eles não tinham autorização para interferir. Achei estranho, é isto mesmo?
Deve ter havido algum ruído de comunicação e de entendimento. Em dezembro nós tivemos um volume de veículos muito intenso trafegando na cidade. Divinópolis tem hoje a 9ª frota de veículo do estado, estamos nos aproximando de 88 mil veículos licenciado no município. E este local é um ponto crítico, independente da época merece intervenção e está no nosso planejamento tal intervenção para este ano. O prefeito está ciente do problema da JK. Sabemos que é um corredor importante, desde a MG-050 até a Catedral. Mas, Eles têm instruções de interferir quando necessário. Talvez naquele momento, você percebeu a necessidade de uma interferência, mas na ótica deles não era necessária.
Divinópolis, pelo tamanho de sua frota, não está comportando mais a utilização de rotatórias e sim passar a colocar semáforos em determinados pontos?
A rotatória é um instrumento de trabalho utilizado como um grande controlador de interseções. A rotatória é importante? Lógico que é. O semáforo é importante? Desde que a rotatória não atinja sua finalidade de controlar o tráfego numa interseção, num ponto crítico. Divinópolis caminha para a necessidade da sinalização eletrônica, instituindo radares nas ruas de maior movimentação, isto sem esquecer que temos que dar condições de pavimentação e trafegabilidade,
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