A Argentina já ocupou o 1° como principal destino das exportações mineiras e hoje ocupam a sexta posição, atrás de China, Suíça, Alemanha, Estados Unidos e Japão.
Um dos principais motivos desta retração foi à criação de uma licença não automática para as importações originarias do Brasil imposta pela Argentina, que na prática atrasam as exportações de produtos brasileiros e de outros países em até 60 dias.
Os cinco principais produtos exportados por empresas de Minas Gerais são material de transporte (58,5%), material metalúrgico (16,6%), materiais elétricos e eletrônicos (5%) e café e derivados (3,4%), além de máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (3,2%).
Duas cadeias produtivas foram as principais responsáveis pela redução dos embarques. A cadeia de materiais de transporte teve retração de 39,2% e a de metalúrgicos de 70,2%, puxando os resultados para baixo. Os outros grupos onde foi registrado maior recuo, na mesma base de comparação, conforme os dados da Central Exportaminas foram materiais elétricos e eletrônicos com queda de 3,4% e máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos, com 21,3%, além de café e derivados, com redução de 3,5%.
Na outra ponta da corrente de comércio estão as importações vindas da Angentina, que de janeiro a setembro deste ano o volume de mercadorias importadas cresceu 1,5% frente o mesmo intervalo de 2008.
As principais empresas do Estado que exportam para a Argentina são a Fiat Automóveis S/A (Fiasa), Iveco Latin Amercica, Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais (Usiminas), ArcelorMittal e Gerdau Aços Longos. Já as principais importadoras são Fiat Automóveis, Iveco e Mercedes-Benz, além da Vilma Alimentos.




