Clementino afirmou que a admissão bem como a admissão é prerrogativa do vereador. E que o cargo é político e não técnico, à medida que a fidelidade é questionada, a confiança é quebrada, perde a razão de ser.
Quanto a questão de negociações obscuras e reuniões com a cúpula do PT, Roberto disse que é pura ingenuidade política da ex-funcionária. O fato é que o PMDB tem conversado com o PT tanto no âmbito federal quanto estadual, a mesma coisa está acontecendo no cenário municipal. As conversas foram incentivadas pelo próprio vereador. O problema é que ela não entende de estratégia polícia e não era da alçada dela ficar sabendo sobre isto.
Outra explicação de Roberto é quanto a questão de salário. Ele afirmou que ganha exatamente R$ 4.870 reais, basicamente o mesmo que ganhava na prefeitura, quando assessor do ex-prefeito Demetrius. Depois que se tornou chefe de gabinete desafia qualquer pessoa a dizer que recebeu qualquer repasse de valor neste sentido.
Acha um absurdo o Jornal Agora, notadamente ferrenha oposição ao Waldemar, dedicar tanto espaço e dar tanta credibilidade a uma pessoa, sem ouvir as outras partes e se preocupar tanto com assunto rotineiro que é uma demissão. Se não fosse o Waldemar, o jornal não dedicaria sequer uma linha a respeito.
Roberto finaliza dizendo que o Jornal Agora deveria se preocupar é com os inúmeros processos trabalhistas que ele tem na justiça.
Já o vereador Waldemar, no plenário, afirmou que ele como empresário, é normal e rotineiro admitir e demitir pessoas, principalmente quando não correspondem a sua expectativa.





