O coquetel da morte, de Michel Jackson

Publicado por: suporte

O médico está sendo acusado de homicídio culposo, matar sem a intenção de fazê-lo, segundo o site foxnew, Dr. Conrad Murray deve ser preso a qualquer momento.

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O médico teria admitido em depoimento ter administrado o anestésico controlado Propofol ao cantor. O remédio é considerado um dos principais fatores na morte de Jackson.

O site diz ainda que Murray não será o único médico a ser indiciado. O Dr. Arnold Klein, dermatologista de longa data do Rei do Pop deve ser acusado de negligência médica, mas a polícia ainda está preparando o caso contra o médico.

A morte
No dia que Michel Jackson morreu, Murray tentou faze-lo dormir sem o uso do propofol, de acordo com o documento. Ele disse ter ministrado valium à 1h30 e, sem sucesso, deu a ele uma injeção de lorazepam às 2h. Às 3h, quando Michael ainda estava acordado, Murray ministrou uma dose de midazolam.

Ao longo das horas seguintes, Murray disse que deu a Jackson várias drogas até que, às 10h40, ele ministrou 25 miligramas de propofol depois de Jackson ter pedido a droga repetidamente.

Murray assegurou que Michael Jackson tinha pedido reiteradamente que fosse aplicado esse anestésico. O artista então dormiu e o médico saiu para fazer algumas ligações telefônicas, segundo contou à polícia.

Ao voltar ao quarto, o cantor não respirava e Murray, então, começou a praticar a reanimação cardiopulmonar até a chegada do serviço de emergência. Michael foi levado ao hospital da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), onde foi dado como morto por volta das 14h (locais).

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