Andréia trabalha há 13 e Alésio 15 anos, são os líderes do movimento contra a remoção da feira de veículo do Bom Pastor para o parque de exposição, mesmo depois da apresentação do projeto ocorrido nas instalações da Fiemg, com a presença do prefeito Vladimir Azevedo, do vice José Francisco Martins e do secretário de Desenvolvimento, Macy de Paula, disseram que só vão sair de lá se forem forçados.
A ambulante Andréia disse que o único político que os está ajudando é o vereador Waldemar da Pamer, e que de vez enquanto Adair Otaviano aparece por lá. Diz também que no Bom Pastor eles têm faturamento garantido pelos anos de histórico da feira naquele local. O maior medo deles é que, como o local é novo, pode não se firmar e quem vai garantir o sustento de suas famílias.
Já outro ambulante, Ralin Irineu Ferreira, há 11 anos com sua barraca na feira, disse que o mais difícil é fazer freguesia, e com dificuldade ele conseguiu fazer a sua. Lá ele vai ter que começar tudo de novo e enquanto isto quem vai pagar suas contas.
Segundo eles, as autoridades só falaram que vai ser bom, mas não apresentaram um planejamento de investimento em divulgação do local, que nos de a esperança que vamos faturar igual ou até mais que faturamos.
Eles querem ter as mesmas prerrogativas das feiras dos bairros Esplanada e Niterói, que tem a opção de ir ou não para o Feirão. Porque não fazem o mesmo conosco. Se for bom e se firmar, nós vamos, com certeza, afirmou Andréia.
Alguns moradores da Rua Sérgio Macedo, próximo ao local da feira, disseram que eles não atrapalham em nada, nem transito nem barulho. Foi ouvido o Sr. Vladimir Cleber de Araujo e a Sra. Maria Aparecida residentes na Rua.
No último domingo (12) tinha aproximadamente 150 veículos à venda ao redor do mercado distrital, planeta shopping e Rua Pitangui, alem destes veículos, outros 180 estavam estacionados nas imediações. Eles questionam se a área destinada a venda de veículos vai comportar este número.
Opinião Divinews
Mudança, mesmo que seja para melhor é normal que cause certa insegurança. O anormal é não senti-la. Todavia, não se pode parar o progresso e o desenvolvimento tanto da cidade, quanto do crescimento profissional e pessoal, em seu nome.
Previamente são criados fantasmas monstruosos, que inicialmente assombram, depois da mudança tornam-se fantasminha camarada. O exemplo mais recente foi a transferência dos ambulantes para o camelódromo da Rua São Paulo, hoje a contenda é para não transferi-los de lá.
Se a administração municipal, começar previamente uma campanha publicitária, local e regional divulgando o Feirão, a expectativa de sucesso vai criar um clima de otimismo






