Kaboja disse ter tido o privilégio de ser o secretário de habitação e entregar as chaves para as 1.276 famílias contempladas e selecionadas pela CEF. O vereador atestou também a idoneidade do vice-prefeito, Francisco Martins que foi o coordenador de todo o processo do programa Minha Casa Minha Vida, apelidado pelos peessedebistas de “Divino Lar”.
O vereador disse que 30 e poucos por cento dos inscritos não cumpriram o critério e por isso foram desclassificados e que nenhuma pessoa foi contemplada sem que tivesse passado pelo cadastro da CEF. E que a Comissão solicitado pelo vereador Adair Otaviano é até bom para esclarecer os fatos.
Finalizou dizendo: “Podem falar o que for de Vladimir, péssimo prefeito, como falam. Mas a gente não ouve falar de maracutaia”.
O vereador autor do pedido da constituição de uma Comissão Especial para averiguar os fatos denunciados, também discorda que o vereador Kaboja ligado diretamente a todo processo participe tivesse sido nomeado para participar da Comissão.
A Comissão foi nomeada pelo presidente Rodyson do Zé Milton (PSDB), e nela estão, além do vereador denunciante, Adair Otaviano (PMDB), está o petista Edmilson e o próprio Rodrigo Kaboja que era o braço direito do coordenador Francisco Martins, atuando como gerente de Habitação.
Adair Otaviano disse que estão alugando casas do Minha Casa Minha Vida por cerca de R$ 150 a R$ 200 reais. Ele quer ir ao local e verificar se o morador que está ocupando a casa é o mesmo que está cadastrado na Caixa Econômica Federal. Se não for é preciso que se tome as providências cabíveis.






