O assunto já havia sido discutido pela câmara municipal da cidade no dia 14 de maio. Na data, o deputado Federal Reginaldo Lopes (PT), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Regulamentação do Serviço de Moto Taxista, já falava sobre a necessidade do reconhecimento da profissão.
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Segundo o relator da proposta, senador Expedito Júnior (PR-RO), existem atualmente no Brasil 2,5 milhões de motoboys e mototaxistas que trabalham na informalidade por falta de regulamentação dessas profissões.
O presidente de uma cooperativa de mototaxistas de Divinópolis, Antônio Carlos Santos, há dez anos na profissão, achou a notícia ótima e está confiante que os poderes públicos locais tomarão medidas satisfatórias para que eles possam trabalhar com segurança.

Antônio Carlos e Luis Carlos
Luis Carlos Nogueira, que trabalha há doze na profissão, disse estar dentro de todos os requisitos que lhe é cobrado, paga seus impostos e tem curso exigido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Diz que a aprovação veio em boa hora e que o projeto vai acabar com a desorganização, pois segundo ele, “hoje qualquer um abre a porta de um cômodo e diz que é mototaxista”.
Pelo projeto, caberá ainda às câmaras regulamentar em cada município regras específicas para a atividade dos serviços ofercidos pelos motoboys e mototaxistas.
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