“Atos secretos”, não é “privilégio” apenas do senado. É só investigar, eles com certeza aparecerão na Câmara Federal, nas Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais de todo país, além dos poderes executivos federal, estadual e municipal.
“Secreto” é um adjetivo, significa que está em segredo, incógnito, escondido, encoberto, que não é aparente, que não é visível. Logo, se não é visível é invisível, se é invisível não existe. Desta forma chegamos facilmente a conclusão que o ato que existe, é o “ato de maracutaia dos senadores da nossa republica das bananas”
E o que significa maracutaia? É um plano ilícito, uma armação, tramóia. Ação ilegal e prejudicial para uma pessoa ou um grupo de pessoas, com fins de lucro ou benefícios.
É prática comum a maracutaia da troca de favores entres parlamentares, um contrata os parentes e amigos do outro. O objetivo é mascarar o nepotismo e o pagamento para os amigos, principalmente os de campanha.
Comum também são “atos ilícitos” dos executivos com os legislativos e vice-versa. Os executivos empregam amigos dos parlamentares em troca da aprovação de projetos de interesses dos executivos, que nem sempre são de interesses do povo.
São dezenas de escândalos, casos e operações, somente a partir do ano de 2000, sem levarmos em consideração os anos anteriores, se os considerarmos passarão de centenas.
São Mensalão, mensalinhos, propinoduto, valerioduto, bingo, dólares na cueca, Daniel Dantas (banqueiro do Opportunity), cartões corporativos, satiagraha, Renan Calheiros, vampiros e o mui conhecido passárgada.
O senador José Sarney quer “apenas” explicar o inexplicável.
Vamos incorporar mais uma palavra ao nosso já vasto vocabulário de maracutais: “ATOS”, que não são dos apóstolos.






