“A imprensa gosta é de violência, baixaria e confusão”, essa é a fala do vereador Anderson Saleme

Publicado por: suporte

O vereador Anderson Saleme (PR) na quinta-feira foi o protagonista da infeliz frase, que além de denegrir a imagem dos profissionais que cobrem as reuniões da Câmara, também distorce o papel da imprensa.

O papel da imprensa é a busca constante da notícia, de qualquer forma e a qualquer preço, desde que confirmada a veracidade dos fatos. Existem as noticias que todos os veículos as têm, conseguidas através de releases ou entrevistas, é obvio que também tem grande valor. Todavia, as exclusivas, conhecidas como “furo” são buscas constantes que os bons profissionais “correm atrás”. Existem as notícias travestidas, que aparentemente dá idéia de um fato, mas quando interpretadas corretamente à luz do dia e da lupa política, significam o oposto. Neste contexto o papel do profissional jornalista é investigativo. É averiguar, apurar as reais intenções da noticia travestida de boazinha. E, e se comprovado o dolo divulgar a armação, doa a quem doer. Isto não é confusão.

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Ao contrário da afirmação do vereador Anderson Saleme: “eles gostam de coisas da violência, baixaria e confusão” Os profissionais da imprensa repudiam sua inconseqüente afirmação. Mas não podem eximir-se de noticiar quando alguns protagonistas eleitos pelo sagrado voto do povo procedem de forma equivocada a que foram escolhidos. Sendo redundante, protagonizadores de cenas de quase pugilatos dentro da própria casa deles. Sim porque o plenário da Câmara é a casa do povo que ali os colocou.

“Eles gostam de coisas de políticas”. Gostamos sim, se não gostássemos não os ouviríamos. Mas, infelizmente, na maioria das vezes, é necessário ter um bom estômago de avestruz para continuar o trabalho. É verdade que, em alguns momentos chega a dar náuseas e ânsia de vômito para entender e continuar a caminhada, diante de algumas mentes nem tão brilhantes, por não dizer nada brilhantes. São almas carentes de ética, caráter e palavra.

Seria quase cômico se não fosse quase trágico. A utilização do tratamento cerimonioso e respeitoso de Vossa Excelência pra cá, Vossa Excelência pra lá. O respeito e a educação não estão pautados somente nas palavras e frases de efeitos, mas no tom e a forma em que são pronunciadas.

O vereador Anderson Saleme, estenda-se a quem a “carapuça” se encaixar. A leitura da Bíblia não deveria ser tão somente uma mera formalidade legislativa, fazendo parte de um rito de religiosidade mundana. O seu conteúdo é a verdadeira palavra de Deus. E, deve ser honrada em todos os sentidos.

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