A principal estratégia do MEC é a criação do Plano Nacional de Formação dos Professores. Serão oferecidas em 90 universidades públicas 330 mil vagas extras para formar os docentes que já atuam na rede e não possuem graduação.
Vinte e um estados elaboraram seus planos e encaminharam as demandas de formação às instituições de ensino que começam a capacitação desses profissionais já no próximo semestre.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, acredita que até 2014 será possível qualificar todos os professores da rede que necessitam de formação.
“A União resolveu assumir em regime de colaboração com estado e municípios um protagonismo maior na área de formação dos professores da educação básica”, afirmou.
O MEC repassará às instituições de ensino R$ 1,9 bilhão de recursos extras, entre 2009 e 2014, para custear essa formação.
Segundo o ministro, se houver mais demanda do que vagas disponíveis nesse primeiro semestre, cada instituição poderá decidir como selecionar seus alunos – seja por sorteio ou por meio de um processo seletivo.
Os professores interessados deverão se inscrever nas Secretarias de Educação. O processo para seleção começa até o fim de junho.
“A idéia é criar um ciclo virtuoso para que as exigências para o exercício do magistério sejam ampliadas e nós tenhamos ao longo dos próximos anos uma qualificação cada vez maior, resgatando o papel do professor e a sua função na sociedade”, ressaltou Haddad.





