Sendo mais especifico, segundo o e-mail, sobre a questão do elevado custo que a ACCOM tem com o pagamento da empresa terceirizada, contratada para gerenciar a equipe de operadores do telemarketing.
Continuou dizendo que, as comissões das operadoras têm sido reduzidas, mas o faturamento da referida empresa continua inalterado e que tal empresa possui dois sócios, que devem retirar liquido aproximadamente entre R$ 8 mil e R$ 10 mil reais cada um. Sendo o local, impulsos telefônicos e energia tudo por conta da ACCOM.
Questiona ainda a não publicação do demonstrativo financeiro em meio de comunicação, mesmo que seja o jornal impresso pela própria entidade. Porque tal relatório é apresentado somente em assembléia, diz o e-mail.
Que isto é inadmissível para uma entidade filantrópica, que possui centenas ou milhares de pessoas que doam para o hospital com muitas dificuldades, pela nobre causa do câncer finaliza a leitora.
Por ocasião do dia Nacional do Câncer, na quarta-feira (8) a reportagem, em visita a ACCOM, conversou com o Sr. Leids Nogueira da Silva, vice-presidente da entidade. Leids, então explicou que, anteriormente existiu uma empresa que cobrava 15% sobre toda arrecadação das doações e a despesas de salários e encargos sociais ainda ficavam sob a responsabilidade da ACCOM. Que este é o melhor formato e que, as contas e relatórios estão abertos para quem quiser examiná-los. “A questão é que temos uma estrutura profissionalizada. Em assunto tão sério e humanitário não podemos agir de forma amadorística”, finaliza Leids.




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