
Em um momento de pânico e desespero a mãe pedia socorro, quando o visinho Sr. Estênio Fernandes ouve seus gritos, no momento ele liga para a emergência 193, o telefonista de plantão Euclides Sant’Ana percebendo a gravidade do problema passa as orientações para outra mulher, que está grávida. Ela realizou com eficácia as instruções do telefonista.
Em função, uma equipe do Corpo de Bombeiros foi mobilizada para a residência para prestar os primeiros socorros, mas, ao chegar o bebê já havia voltado ao seu estado normal. Eles fizeram uma avaliação médica, avaliando seus sinais vitais, ministrando oxigênio e conduzindo-a junto com sua mãe ao Pronto-Socorro Regional.
Em relato, a mãe diz ter alimentado o bebê e depois o colocado em uma pequena piscina de plástico, e por eventualidade destraíu-se dele e ao voltar a atenção para o bebê percebeu que ele se afogava e perdia sua consciência em questão de segundos, apresentando aparência cianótica (cor da pele azulada, sinal de déficit de oxigênio na circulação).
Felizmente, graças à excelente execução das orientações do telefonista o bebê passa bem.
ONDE SE ENCONTRA O PROBLEMA?
O caso citado acima não foi o primeiro nem o último, nessa época do ano, onde o calor se alastra, é comum ver crianças brincando em piscinas de clube, praias, cachoeiras etc., mas os problemas estão nos cuidados e nas precauções que deviam ser avaliados e executados pelos principais responsáveis, os pais.
Segundo dados do Ministério da Saúde, somente no ano de 2005, morreram 1496 crianças vítimas de afogamento. É a segunda maior causa de acidentes ocorridos com crianças de 1 a 14 anos, que perde apenas para acidentes de trânsito, onde em 2005 foi registrado um número assustador, que consta que morreram atropeladas 2326 crianças.
Na maioria dos casos, sempre há um desmazelo por parte dos pais em relação aos cuidados com as crianças e são eles os principais responsáveis por esses dados assustadores, que, mostram a dura realidade. Dados que comprovam a imprudência tanto no trânsito quanto em ambientes aquáticos.
Estudo inédito – A CRIANÇA SEGURA e a Johnson & Johnson acabam de lançar um estudo inédito. O principal objetivo da análise feita foi mostrar as diferenças entre a percepção e comportamento das mães sobre os acidentes com crianças e a realidade dos números. Um dos principais pontos esclarecidos é que as mães desconhecem dados sobre a incidência e a gravidade dessas lesões, o que pode vir a explicar porque, muitas vezes, não adotam medidas preventivas. Fonte consultada: DENATRAN






