Na tarde dessa quinta-feira (12) Divinópolis viveu 15 minutos de caos. A tempestade que passou pela cidade repentinamente foi rápida, mas muito intensa. Logo após o fim da chuva foi possível perceber os estragos deixados.
A força do vento derrubou várias árvores sobre carros, fios elétricos e casas. Na rua Minas Gerais no quarteirão compreendido entre a rua 21 de abril e Sete de Setembro, pelo menos 3 árvores caíram e atingiram 4 veículos. O mais danificado foi o carro de Pablo Vicente da Silva, empresário. Silva estava em seu escritório quando colegas o avisaram do acontecido. A árvore caiu encima do automóvel, que ficou amassado e teve o vidro trincado. Silva comenta que está preocupado com a despesa do conserto, que deve chegar a mais de R$ 800. “Receio que o seguro não cubra, alegando que é fenômeno natural”, comenta desanimado.
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O carro de Gliton Cavalcante de Souza, representante, estava estacionado atrás do carro de Pablo e também foi atingido pela árvore, que teve o tronco quebrado pela força do vento. Cavalcante comemora os poucos estragos. “Dei sorte que não estragou muito”.
No mesmo quarteirão, a empresa de Arivaldo Coelho Arruda também sofreu com as conseqüências do rápido temporal. A placa de identificação do estabelecimento foi destruída com a chuva. “Nunca vi um vento tão forte assim em 10 anos que moro aqui”, revela.
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Ruas com fluxo intenso de veículos ficaram interditadas. Foi o caso da avenida Paraná, no bairro São José, próximo ao supermercado ABC. Uma árvore caiu e tomou toda a pista.
As conseqüências da chuva forte dessa quinta-feira não se resumiram em árvores caídas e carros amassados. Alguns estabelecimentos ficaram sem energia elétrica durante o temporal. O bar de Celso Henrique Silveira é localizado na esquina da avenida 7 de setembro com rua João Notini, local onde uma outra árvore caiu e arrebentou os fios elétricos. Até o fim da tarde o fornecimento de energia ainda não tinha sido devidamente restabelecido. Henrique contou que entrou em contato com a Cemig, que se prontificou em resolver o problema.
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A reportagem do Divinews tentou entrar em contato com a Cemig, mas o telefone da assessoria de comunicação não atendeu e o número gratuito para solicitar reparação, o 116, estava congestionado.
De acordo com o 10º Batalhão de Bombeiros Militar, o número de ocorrências apresentou um aumento considerável no momento da tempestade. “O comum é 30 ocorrências durante todo o dia e hoje, só na hora da chuva, foram mais de 30”, contou Tenente Rocha. Segundo o bombeiro, não houve vítimas e as ocorrências eram relativas à queda de árvore em residências e via pública.













