“Temos ainda uma longa estrada a percorrer e estarei discutindo com o Brasil idéias. Obviamente, ninguém impõe uma candidatura, mas eu digo com muita franqueza: essa decisão ainda está longe de ser tomada no meu partido”, afirmou. Para ele, o cenário de crise global reforça sua defesa de que o candidato escolhido tenha, sobretudo, capacidade de articular e construir “uma nova e grande convergência” nacional.
Questionado sobre o resultado do Datafolha – que apontou o favoritismo do governador de São Paulo, José Serra, com quem trava uma disputa interna no PSDB pela indicação do candidato à Presidência em 2010 -, o governador mineiro afirmou que pesquisa é um instrumento importante para a definição do presidenciável, “mas não pode ser o único”.
Nesta segunda-feira (8), Aécio se encontrou com Serra
Aécio também fez questão de comemorar os números do Datafolha, ressaltando que jamais disputou uma eleição presidencial. “Apareço na pesquisa espontânea com 4% dos votos, enquanto o meu companheiro, o grande governador de São Paulo aparece com 6%”, disse. “Recebi com enorme alegria os dados dessa pesquisa. Não esperava que pudesse ter um reconhecimento tão amplo da população do Brasil hoje.”



