A suspensão do indiciamento anunciado pelo delegado Antonio Carlos Barbosa, do 15º DP de São Paulo, se deu após o pedido dos advogados de Denise Abreu, ex-diretora da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e de Marco Aurélio dos Santos de Miranda e Castro, diretor de segurança de vôo da TAM. Junto com eles, todos os outros dez apontados também tiveram o indiciamento suspenso.
O juiz destacou que o fato de o indiciamento ter sido veiculado nos meios de comunicação representa, aos averiguados, eventual violação de direitos individuais. “A inocência é que se presume, a culpabilidade precisa ser comprovada”, afirmou na decisão, acrescentando que não questionava a existência do fato ou a eventual responsabilidade por parte dos responsáveis.
A tragédia aconteceu no dia 17 de julho de 2007, quando, ao tentar pousar no aeroporto de Congonhas, o Airbus A320 da TAM se chocou contra um galpão do outro lado da pista matando 199 pessoas.
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