Embaixada americana faz festa para acompanhar apuração

Publicado por: suporte

Crise financeira internacional, racismo, união civil entre pessoas do mesmo sexo, aborto e eutanásia. A eleição nos Estados Unidos põe em pauta todos esses assuntos. Esse é o sentimento na embaixada dos EUA no Brasil, que organizou uma grande festa para acompanhar a apuração dos votos.

Os convidados da festa na embaixada puderam tirar fotos ao lado de poster no qual aparecem, em tamanho natural, os dois candidatos à presidência do país. Eles ainda responderam a um questionário sobre a política americana e seu complexo sistema eleitoral.

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O embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Clifford Sobel, disse que as relações entre os dois países continuarão fortes com o novo presidente americano. Mesmo antes de se consolidar a vitória do Barack Obama, durante uma festa organizada pela Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, Clifford ressaltou que os dois candidatos – Obama e McCain – declararam que querem manter intensas as relações com o Brasil.

“Temos uma parceria muito forte com o Brasil. Obama ou McCain já expressaram, desde o início de suas campanhas, que querem trabalhar próximos do Brasil”, afirmou.

A festa foi organizada para que os convidados pudessem acompanhar ao vivo,  juntos, a apuração estado por estado. Foi uma festa tipicamente americana. No cardápio havia hambúrgueres, cachorro quente, pipoca e batata frita.

Logo na entrada, havia duas fotos dos dois candidatos à Presidência em tamanho natural, e os convidados podiam aproveitar para tirar fotos ao lado do seu preferido, ou no meio, caso não houvesse a intenção de revelar o voto. A foto de Obama era a mais procurada.

A preferência pelo senador de llinois ficou evidente na contagem do material de campanha que foi oferecido. Sobraram os buttons de McCain e, por volta das 22h, já não havia mais material com o nome de Obama.

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Entre os convidados estava o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Cézar Britto, que chegou a brincar diante do complexo sistema de eleições americano: “Eles podiam simplesmente importar nossas urnas eletrônicas”, disse.

Um grupo de estudantes de inglês da rede pública de ensino estava entre os convidados. Lázaro Rennan de Sousa Viana, 16 anos, escolheu usar o button de Obama. “Gosto mais das idéias dele, que são mais liberais. Ele repete aquela história de que o que é bom para o povo é bom para o presidente”, disse o estudante que sonha em conhecer os Estados Unidos e trabalhar como diplomata. “Sou muito curioso, gosto de conhecer, pretendo viajar muito”, completou Lázaro que disse ainda ter dúvidas sobre como funciona o processo de eleições nos Estados Unidos.

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