"Claramente estamos diante de desafios sem precedentes relacionados à incerteza nos mercados financeiros globais e ao enfraquecimento dos fundamentos econômicos em muitos mercados importantes", disse a GM, em comunicado. "Mas um pedido de concordata não é uma opção que a GM esteja estudando." Segundo a companhia, a concordata "não seria do interesse dos nossos empregados, acionistas, fornecedores e clientes".
No comunicado, a GM afirma que as especulações em torno de um pedido de concordata são "exageradas e não construtivas".
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Analistas dizem que uma decisão como essa não seria uma opção atraente para a montadora, porque poderia resultar em uma queda ainda maior de suas vendas, já que mais clientes evitariam comprar carros de uma empresa concordatária.
Ontem as ações da GM fecharam em queda de 31%, cotadas a US$ 4,76, o menor nível desde 1950. A queda ocorreu após a agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) ter afirmado que a classificação para a companhia pode cair ainda mais, restringindo mais o acesso da empresa aos mercados de capitais.
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