Durante as buscas, foram apreendidos mais de R$ 100 mil na casa de um auditor do Ministério do Trabalho.
Os agentes da PF cumprem 16 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão temporária em Bauru, interior paulista, Santos, litoral de São Paulo, Santo André, no ABC, e também na capital. Entre os suspeitos, estão alguns servidores públicos.
A quadrilha vendia serviços irregulares como homologações de rescisões trabalhistas, sem a presença de empregados, e benefícios em fiscalizações sem lavrar os autos de infração. As investigações começaram há oito meses, a partir de denúncias recebidas pelo Escritório de Assessoria e Pesquisa Estratégica, órgão ligado diretamente ao Ministério do Trabalho.
Os presos, se condenados, responderão pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, tráfico de influência, concussão e prevaricação. O nome da operação, Athena, faz referência à deusa da mitologis grega protetora dos trabalhadores.
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