Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins são os Estados que pediram reforço federal.
Os pedidos foram encaminhados pelos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) dos Estados diretamente ao TSE, que aprovou até o momento o envio de força federal para 114 municípios. Ou seja, as tropas federais foram requisitadas para 82 municípios do Pará, 29 municípios do Amazonas, para áreas afetadas por milícias e pelo tráfico de drogas na capital e na região metropolitana do Rio de Janeiro, dois municípios do Tocantins e um de Alagoas.
De acordo com o TSE, o Pará requisitou o envio de tropas federais para 97 municípios. Na seqüência vem o Estado do Piauí, com 76 municípios, Rio Grande do Norte, com 39, Amazonas, 33, Amapá, cinco, Alagoas, três, Tocantins, dois, e Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Sergipe, com uma solicitação cada um.
O tribunal também solicitou à presidência da República a utilização de força federal na capital fluminense. No Rio de Janeiro, caso excepcional em que o trabalho das forças federais não se restringe ao dia das eleições, as áreas afetadas por milícias e pelo tráfico de drogas já estão recebendo a atuação dos militares.
ELEIÇÕES ANTERIORES – Em 2004, durante as eleições municipais, o TSE aprovou o envio de tropas federais para auxiliar na preservação da segurança pública em 306 municípios de dez Estados (Piauí, Pará, Rio Grande do Norte, Amazonas, Roraima, Maranhão, Alagoas, Paraíba, Amapá e Tocantins).
No decorrer do 1º turno da eleição presidencial, ocorrida em 2006, o tribunal autorizou o envio de força federal para 142 municípios de nove Estados (Alagoas, Amapá, Amazonas, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Tocantins e Sergipe). Já no 2º turno, o TSE aprovou o auxílio de tropas federais em 124 municípios em sete Estados (Amapá, Amazonas, Pará, Paraíba, Piauí, Tocantins e Rio Grande do Norte).
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