Sete militares cumpriam prisão temporária e seriam soltos nesta quarta-feira (25). Os outros quatro envolvidos já tinham prisão preventiva decretada pela Justiça Militar.
Os procuradores José Augusto Vagos, Neide Cardoso e Patrícia Muñis Weber, responsáveis pelo processo, entenderam que a prisão preventiva garantirá a ordem pública e a segurança da continuidade do processo.
RECURSO – O advogado dos dois sargentos e dois soldados presos, Márcio Frazão, informou que vai entrar com pedido de habeas-corpus para assegurar a liberdade de seus clientes. “O processo criminal começa agora. Vamos entrar com as medidas para soltá-los”, diz Frazão.
Os advogados dos demais presos não foram encontrados para comentar futuras providências do caso e, a partir de agora, o MPF tem cinco dias para apresentar denúncia contra os envolvidos.
O Ministério Público Militar informou que não há previsão para denunciar os envolvidos. Segundo a assessoria de imprensa, o inquérito policial militar ainda está no Comando Militar do Leste.
O Exército desocupou na noite de ontem o Morro da Providência, obedecendo ordem do ministro da Defesa, Nelson Jobim. Ele anunciou a desocupação depois de o Tribunal Regional Eleitoral embargar as obras, alegando fins eleitoreiros.
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