A discussão em torno da construção do aterro sanitário em Divinópolis, com o objetivo de acabar com o lixão e para atender ás exigências dos órgãos ambientais do Estado, está se transformando num cabo de guerra entre o governo municipal e os opositores da atual administração. Para viabilizar a construção do aterro, o município encomendou estudos com o objetivo de encontrar a localização adequada, que não causasse nenhum tipo de degradação ambiental. De acordo com os levantamentos técnicos, um terreno com cerca de 200 mil metros quadrados, próximo à comunidade dos Costas, foi indicado como o local ideal para realizar a obra.
Após os levantamentos, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente iniciou a organização para a implantação definitiva do aterro, porém os trabalhos estão paralisados, já que surgiram diversos focos contrários, motivados por proprietários de terrenos na região. Além disso, a oposição ao atual governo está aproveitando o momento para questionar a construção do aterro e o assunto já chegou à Assembléia Legislativa do Estado.
Nesta quarta-feira (18), a Comissão de Assuntos Municipais e Regionalização da Assembléia Legislativa aprovou um requerimento assinado pelos deputados Domingos Sávio e João Leite, ambos do PSDB, solicitando uma audiência pública para discutir a construção do aterro. O pedido dos dois deputados pede para que seja uma audiência pública conjunta das comissões de Assuntos Municipais e Regionalização e de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de Minas Gerais. A audiência ainda não tem data marcada.
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