Dilma discursará em homenagem a Mandela
A presidenta Dilma Rousseff fará um tributo amanhã (10), durante cerimônia ecumênica em homenagem a Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, falecido na última quinta-feira (5). O tributo ao primeiro presidente negro da África do Sul e líder da luta contra a segregação racial no país será no estádio de Soweto, em Johanesburgo, a partir das 11h, horário local – A informação foi confirmada, há pouco, pelas assessorias de imprensa do Palácio do Planalto e do Ministério das Relações Exteriores e consta da programação oficial do evento, que já tem confirmada a presença de 89 chefes de Estado – Além de Dilma, discursarão os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, de Cuba, Raúl Castro, da Namíbia, Hifikepunye Pohamba, e da Índia, Pranab Mukherjee, além do vice-presidente chinês, Li Yuanchao. A presidenta brasileira será, assim, a única representante da América do Sul a se pronunciar publicamente durante a cerimônia – Homenagens de parentes de Mandela e de representantes da Organização das Nações Unidas ONU) também estão programados para o culto religioso, que deve durar quatro horas. Com quatro horas a mais que o Brasil, a cerimônia começará às 7h, horário de Brasília – Dilma embarcou, no início desta tarde rumo à África do Sul, acompanhada dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor de Mello e José Sarney
1 minuto de leitura







Imagem do facebook[/caption]A servidora do município de Divinópolis, Roseli Batista dos Santos, que trabalha no Pronto Socorro de Divinópolis como técnica de enfermagem, a exemplo de outros vários servidores atemorizados com as perseguições que são vítimas em diversos setores da prefeitura, principalmente na área da Secretaria Municipal de Saúde. Depois de falar que se tornou uma faxineira diarista, para complementar o seu salário depois dos cortes das horas extras , assim como outros servidores que também tiveram suas horas extras cortadas (Os gastos em outras áreas continuam), está com receio que após a divulgação do seu descontentamento possa ser transferida forçadamente para trabalhar em outro local, como forma de punição, que tem ocorrido constantemente durante a gestão do prefeito tucano Vladimir Azevedo. Como ocorreu com Darli Salvador que foi parar em outra secretária para não fiscalizar o Conselho de Saúde, como declarou


