Divinópolis: De voto oculto para envergonhado e o fantasma
Antes das eleições, realizadas no dia 7 de outubro, os eleitores do atual prefeito de Divinópolis, Vladimir Azevedo, que concorreu à reeleição e foi eleito com 32% dos votos, levando em consideração os brancos e nulos. Achar votos dele (Vladimir) era como “procurar agulha em um palheiro”, era o “voto oculto” ou o “voto Gerson”, daquele jogador que queria levar vantagem em tudo e acabou ajudando a disseminar ainda mais esta cultura do brasileiro que para ganhar, não gosta nem de perder voto, então vota não no candidato, mas em resultado de pesquisas fabricadas, no chamado “voto útil” – No pós eleição, que sequer houve aquela comemoração de vitoria, após a assinatura do decreto que o prefeito com uma canetada só deixou as podres entranhas do município à amostra para os seus os eleitores ocultos, eles ficaram envergonhados e mais ocultos ficaram. Agora ninguém votou nele, criou-se então um nova categoria de voto, o fantasma envergonhado
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