Farmácias e drogarias stressam e adoecem clientes com guerra de preços de medicamentos
As farmácias e redes de drogarias de Divinópolis, e não deve ser diferente em todo país, tem causado verdadeiro stress nos clientes em busca do menor preço, que ficam mais doentes. Todas adotam a estratégia do preço cheio de tabela, e sem que os clientes peçam, imediatamente jogam um significativo desconto. Até aí tudo bem. O “problema” é que ainda existe um terceiro preço, com outro desconto, que se o cliente não pedir não é dado. Este só é concedido para cobrir ou ficar igual ao preço da concorrência. Mas, como os clientes não sabem, eles ficam em uma maratona. Existem também algumas farmácias/drogarias que, se o cliente ficar quieto eles passam o preço cheio, o de tabela mesmo. O dificultador para uma “boa compra” é que os clientes, às vezes compram mais de um, dois ou três medicamentos. E ficam “loucos” cotando remédios, correndo prá lá e pra cá. Alguns têm dificuldades de locomoção. A variação de preço é enorme, e nem sempre uma grande rede tem o melhor preço
2 minutos de leitura


O vereador da Câmara de Divinópolis, o médico Delano Santiago na reunião ordinária desta quinta-feira (12), lembrou para os eleitores que a função de um vereador é legislar e fiscalizar e não ficar prometendo obras para o povo. “O edil tem é que fiscalizar e fazer leis, quando necessárias, para os interesses da cidade”, afirmou. E que a população deveria denunciar quando virem algum vereador atrás de caminhões da prefeitura se auto-proclamando que é o dono da obra – Delano falou de um grave problema de entendimento de alguns eleitores que teimam em cobrar obras dos vereadores, que na ânsia de atender os equivocados pedidos direcionados aos edis, os tornam refém do executivo que usa tais solicitações como um balcão de negociação, ao estilo: “Eu te dou a obra para o seu reduto eleitoral e você vota segundo os meus interesses”. Que nem sempre (depende do tipo de prefeito) são os mesmo interesses da população.
A exemplo do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), cheio de irregularidades, com ONG´s com prestações de contas atrasadas, tais entidades ficam caladas e coniventes em troca de liberação de recursos da União, que o município glosa se elas não forem submissas à administração. E um Ministério Público Federal (MPF) alheio aos problemas que ocorrem com as aplicações de verbas federais no município. Também o Conselho Municipal de Saúde atua de forma irregular, e praticando atos inválidos desde que o presidente em exercício do CMS, Ronaldo Mauricio do Carmo representante dos usuários do sistema, foi nomeado em 25 de abril deste ano (2013), para exercer o cargo de livre nomeação política, como chefe de setor administrativo na Secretaria Municipal de Operações Urbanas e Defesa Social quebrando desta forma a paridade exigida na 
O vereador Adair Otaviano em uma entrevista na última terça-feira (10) falou sobre as perseguições que os servidores municipais sofrem na atual administração, além de citar o caso especifico de Darli Salvador, o motorista membro do CMS que foi forçado a sair da SEMUSA por não concordar em apenas assinar a prestação de contas das aplicações de verbas federais que chegam para a saúde, acrescentou ao rol, outro caso, o de um servidor da SEMOUDES que adoeceu, com depressão e tinha uma bolsa cheia de antidepressivo, por que ficou na “geladeira” por muito tempo em conseqüência da perseguição do seu chefe

O Ministério Público, através do promotor da Promotoria de Justiça de Saúde, Ubiratan Domingues convidou o presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM-MG), representado pelo delegado do Conselho em Divinópolis, Jorge Tarabal, para em uma parceria tentar uma solução para as dificuldades que o município tem com a falta de médicos na rede pública (UPA, PSF, Policlínica, Rede Básica)

Se a placa externa está assim imagina internamente![/caption]No município de Divinópolis, em Minas Gerais, por enquanto, ainda existe o “TEATRO MUN SIN GRAVATA” em que um prefeito lutou, lutou, lutou e lutou para conseguir inaugurá-lo. Acontece que apareceu outro, que não lutou nada, pois já o encontrou funcionando, mas em pouco tempo deixou que ladrões roubassem os dutos do ar condicionado, simplesmente por que cortou o trabalho do vigia do teatro, por que não tinha dinheiro para pagar o seu salário. Deixou dar até mofo em vários locais do teatro, deixou estragar aparelhagens, deixou, deixou e deixou – E se nenhuma providência for tomada, a cidade vai desaparecer do mapa, varrida pela incompetência de um gestão desastrosa em todos os níveis. Não vai ficar pedra sobre pedra
A Comissão Municipal da Verdade de São Paulo declarou hoje (9) que o ex-presidente da República Juscelino Kubitschek (JK) foi assassinado durante a ditadura militar (1964-1985), contrariando a versão de que o ex-presidente morreu em um acidente de carro – A versão oficial sobre a morte aponta que Juscelino e seu motorista, Geraldo Ribeiro, morreram em agosto de 1976 em um acidente de trânsito na Rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro, quando o carro em que estava o ex-presidente colidiu com uma carreta após ter sido fechado por um ônibus. A versão de morte acidental sempre foi contestada pela comissão