Maria Cândida da coluna “Rotativa” do Jornal Agora levanta suspeitas que prefeito manipula Plano Diretor da cidade, à seu bel prazer.
A jornalista Maria Cândida, editora da coluna “Rotativa”, publicada no Jornal Agora, ao usar a Tribuna Livre da Câmara de Divinópolis nesta última terça-feira (29), afirmou que o Plano Diretor da Cidade não pode ser mexido à toda hora, sem que ocorra o consenso e autorização do Conselho da Cidade. Contudo, diz Maria, o prefeito de Divinópolis, Vladimir Azevedo, segundo ela, alterou dois itens à seu bel prazer, e lançou uma nuvem de fumaça nos propósitos do chefe do executivo ao alterar o PD. Uma das alterações do plano, segundo a colunista, ocorreu na Rua Pitangui. Local da antiga residência do chefe do Executivo e de sua família e a outra alteração foi na área, conhecida como “Terreno dos Padres” — A colunista informou que já teria entrado com uma representação no Ministério Público pedindo esclarecimentos sobre a mudança de zoneamento da Rua Pitangui. E disse: “O Plano Diretor é intocável, a não ser que tivesse um plano municipal, ele (prefeito) não fez a tempo e também, que fosse interesse público. Qual é o interesse público em mexer na Rua Pitangui? Não era! Se tivesse sido, teria sido interesse particular que eu não conheço, mas eu desconfio”, disse Maria Cândida — Dando continuidade ao que Maria Cândida falou na Tribuna, o Divinews perguntou sobre o terreno dos padres, que segundo ela, o prefeito também teria alterado, mais uma vez sem ouvir o Conselho da Cidade: “Aquele terreno era para criar um complexo cultural, um teatro, um biblioteca pública, uma sala de convenções, de reuniões. Mas ocorre que lá era de utilizada pública e estava preservado. Foi o prefeito atual que tornou o local de interesse público, mas já venceu, por que eram cinco ano, e está desprotegido. Há uma noticia de que eles estão querendo fazer lá é um restaurante, o Mac Donald. Mas o complexo cultural continua na mente e nos sonhos de boa parte da população de Divinópolis, que é uma cidade sem caráter, caráter político. Ela não é uma cidade cultural, ela não é. Não é uma cidade agropecuária, não é. Não é nada, é uma coisa esquisita. Ele é de serviço e que tem acontecido, mas é pouco, nós queremos mais” — Ao finalizar Cândida reafirmou que o Plano Diretor não pode ficar sendo alterado por ser uma causa pétrea e qualquer mudança teria que passar pelo Conselho da Cidade. “Quando o Plano Diretor foi aprovado, não existia ainda o Conselho, o prefeito formou o PD depois que houve um grita é que foi formado. Mas o conselho não pode ser formado escolhido a dedo para beneficiar o zé das couves”.
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