O objetivo foi discutir alguns dos primeiros projetos que serão apreciados pela nova Legislatura, a partir da próxima semana. Estiveram presentes o Presidente da Câmara, vereador Edmar Rodrigues (PRTB), os vereadores Pastor Paulo César (PRB), Fabiano Tolentino (PRTB), Geraldinho da Saúde (PR), Anderson Saleme (PR), Roberto Bento (PT do B), Paduano (DEM), Rodyson do Zé Milton (PSDB), Beto Machado (PSDB) e Valdemar da Pamer (PMDB). A vereadora Heloísa Cerri (PV) e os vereadores Edson Sousa (PDT) e Adair Otaviano (PMDB) não puderam comparecer.
O prefeito lembrou e pediu atenção especial aos vereadores para o projeto EM 001/2009, estendendo a cota básica de R$ 11,18 para os desabrigados pelas enchentes no final de 2008 e que tenham seus imóveis vistoriados e com laudos emitidos pela Defesa Civil. O projeto, encaminhado na última segunda-feira (12/01), depende de aprovação da Câmara Municipal. “Na verdade, é um projeto que tem um elevado clamor social. Além do desconto de 15%, que é o maior dos últimos anos, queremos ter um IPTU com boa arrecadação, mas também com sensibilidade social e buscando a justiça tributária. Os vereadores estão sensíveis, e temos certeza que eles votarão a matéria no menor tempo possível”, afirmou o Vladimir.
Outro assunto abordado por Vladimir Azevedo é o projeto da reforma administrativa do governo. Segundo previsão do prefeito, até o final da próxima semana, deverá encaminhá-lo para a Câmara Municipal, sua expectativa é que até o final do mês a matéria seja aprovada, para entrar em vigor já nos primeiros dias de fevereiro.
“Um dos grandes desafios do governo municipal”. Foi dessa forma que o vice-prefeito Francisco Martins lembrou a situação que se encontra a Empresa Municipal de Obras Públicas – Emop. E, para superar esse grande desafio, Vladimir Azevedo convocou todos os vereadores para participarem das discussões em torno da empresa, buscando torná-la sustentável e competitiva no mercado. “Estamos fechando um diagnóstico da EMOP e convocamos os vereadores para serem parceiros na reestruturação da empresa, para que ela volte a ser o “cisne” e deixe de ser o “patinho feio do processo”.






