Um novo júri foi marcado para o dia 7 de outubro. O anúncio foi feito pouco depois do início da sessão, às 10h55.
Renné Senna foi morto no dia 7 de janeiro de 2007, com quatro tiros na cabeça, em um bairro no município de Rio Bonito (RJ). Ronaldo Amaral de Oliveira, Anderson Silva de Souza e Ednei Gonçalves Pereira respondem pelos crimes de homicídio qualificado, traição de emboscada ou dissimulação, homicídio qualificado mediante paga ou promessa de recompensa e concurso material.
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Para este julgamento, estavam previstos os depoimentos de 23 testemunhas. O motivo do adiamento foi o pedido de habeas-corpus feito na segunda-feira pelo advogado que defende Pereira, Julio Braga. Ele solicitou a inclusão de contas de telefone como novas provas no processo. Segundo Braga, os documentos são essenciais para a defesa do acusado, já que provariam que Ednei não estava no município de Rio Bonito no dia do crime.
Essa é a segunda vez que o julgamento é cancelado, já que, inicialmente, ele estava marcado par ao dia 4 deste mês. Na ocasião, também houve um pedido de habeas-corpus feito por outro advogado, para a inclusão de novas provas.
Os outros três acusados, incluindo a viúva de Renné, Adriana de Souza Almeida, ainda não tiveram julgamento marcado, já que recorreram da sentença de pronúncia.
TUMULTO – Ao chegar ao Primeiro Tribunal do Júri, no centro do Rio de Janeiro, um dos acusados causou tumulto. Ronaldo Amaral de Oliveira entrou no local empurrando fotógrafos e cinegrafistas. Oliveira, que estava algemado, disse aos gritos que é inocente e que a imprensa não deveria estar presente.
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