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O presidente da Câmara, Adair Otaviano, começou afirmando que o objetivo do Legislativo em trabalhar em parceria com o Executivo é em prol do bem da cidade. Elogiou o prefeito dizendo que se as obras que Galileu realizou em mandatos passados, a cidade se reduziria a menos de 50% do que é atualmente, “E tenho certeza que neste próximo mandato ele vai fazer a mesma coisa: mais pontes, mais escolas, mais cemeis, terminar o hospital que está no meio do caminho, o Centro Administrativo que ainda não está acabad. Então o dinheiro público nas mãos de Galileu tenho certeza que vai render mais”. Adair aproveitou, como é de praxe, criticar a gestão anterior de Vladimir Azevedo: “Vimos de uma gestão muito desgastada. Não adianta ser reeleito e chegar, como chegou ao final do mandato. Deixando a nossa cidade em calamidade pública financeira. Galileu deixou a cidade em 5º lugar como a melhor cidade para viver e trabalhar e hoje é a 39ª, esperamos que essa situação melhore”. Adair finalizou dizendo esperar, que o Executivo tenha diálogo com a Câmara, até nas decisões amargas que tiver que tomar”
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O prefeito, Galileu Machado tranquilizou os vereadores de que todos os projetos que serão enviados para a Câmara votar, todos serão de interesse da população. Que não haverá nenhum que seja contrário aos interesses do povo. “Principalmente para população carente. Vocês podem estar certos que nosso trabalho será neste sentido. Em mandatos anteriores já enfrentei uma Câmara violenta de total oposição ao nosso governo. E nesta, eu espero haver maior integração e melhor convivência, e principalmente dos vereadores que estão chegando agora. Podem ter certeza que juntos vamos trabalhar a bem de Divinópolis. E com o Adair comandando aqui tenho certeza que vamos chegar ao bem estar do povo”.
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O ambiente entre os doze vereadores, era totalmente amistoso, de unanimidade em apoio ao Chefe do Executivo. O que levou até que o vereador José Luís da Farmácia (PMN) justificasse o seu voto contrário à chapa que elegeu o vereador Adair Otaviano, presidente da Câmara. Os como um todo, falaram de suas expectativas, começando pelos membros da Mesa Diretora. Estranhamente, cinco vereadores, não compareceram ao encontro de confraternização. As ausências mais notadas foram dos dois vereadores do PMDB, Edson Sousa e Delano Santiago, que pertencem ao partido do Prefeito.
Josafá: disse que a população de Divinópolis acertou em escolher o Prefeito Galileu, pelo trabalho que ele realizou no passado, em gestões anteriores e por ser um governo acessível.
Janete Aparecida: afirmou que os projetos que forem de interesse da população serão aprovados, e o que for contra será questionado.
Nonato: tem a expectativa que a Prefeitura também se transforme na Casa do Povo. E de leve deu uma espetada no governo passado, dizendo que na administração passada lá só entrava quem eles queriam. Colocou o gabinete à disposição do prefeito, e quer que a cidade alcance não a 5ª posição que teve no passado, mas até mesmo a 4ª posição.
Sargento Elton: abriu sua fala citando a humildade de Jesus (Neste momento o telefone de Kaboja toca, até com um toque pertinente a fala bíblica) e continuou dizendo que cada um dos vereadores presentes representa um braço a mais para o prefeito, conhecedor dos problemas de cada bairro. Solicitou que o Prefeito atenda as demandas dos vereadores, pois eles convivem diariamente com a população, principalmente na periferia – Elton fez um alerta sobre a possibilidade que Nova Serrana ultrapasse economicamente Divinópolis em 2027 e é preciso unir força para que isso não ocorra.
Kaboja: Comunica que será o novo presidente do PSD. E fala do perfil do prefeito, o quanto que ele gosta das pessoas mais necessitadas. Disse ter certeza que a administração de Galileu vai resgatar o desenvolvimento econômico da cidade. Aproveitou para falar do projeto que, segundo ele, está à frente, o Centro Tecnológico da Confecção. A seguir elogiou a equipe de Galileu e lhe desejou êxito.
Renato: Embora tucano, afirmou que se as decisões tomadas pelo prefeito, forem boas para Divinópolis, “estamos juntos”
Ademir: Também se mostrou aberto para o trabalho em conjunto com o Executivo. E disse que a região em que ele como vereador teve mais voto, Galileu obteve mais de 70% dos votos. A seguir falou sobre a falta de emprego, que o povo divinopolitano está precisando de emprego. “O nosso gabinete está com um pacote de currículo. Se o senhor tiver possibilidade viabilize a vinda de empresas para Divinópolis, além de não deixar sair. Como o senhor fez com a Fio de Ouro”.
Nego do Buriti: Se colocou a disposição do Prefeito e desejou que a administração seja positiva.
Cleitinho: seguindo o seu já conhecido estilo franco e aberto, pontuou que nunca vai pedir nada para ele, que vai pedir para o povo, e se der as costas para ele, estará dando para o povo. “Os meus interesses são muito bem resolvidos lá fora. O interesse que a gente tem que se preocupar aqui, é da população. Não tenho região, a minha região é toda Divinópolis – Ontem estive na UPA e fiquei preocupado. Até naquele dia que eu estive com você eu afirmei que não entrei para pedir emprego, quero que o você coloque gente para trabalhar na UPA, tem muito lugar que está precisando de gente para trabalhar. Ao invés da gente estar preocupado em dar indicação para trabalhar, vamos colocar onde precisa. A UPA é um lugar determinante que está precisando. Tem gente morrendo lá e fiquei preocupado. Conversei com funcionários de lá e eles disseram que está precisando de gente para trabalhar lá – Vamos enxugar a máquina e colocar onde tem necessidade de colocar. Não tem que olhar o interesse da gente, tem que olhar o interesse da população – O que for certo vou apoiar tudo, o que for errado eu não vou aceitar” – Com sua peculiar irreverencia e ludicidade falou para o Prefeito: “Semana que vem se quiser que eu vá capinar o seu lote, pode fazer que vou lá”
Zé Luís: o vereador começou explicando a decisão dele no dia da votação, da escolha do presidente da Câmara, que elegeu o vereador Adair Otaviano, contudo, ele votou na outra chapa, do sargento Elton. Zé, revivendo um passado, tentou explicar sua posição de voto. Desnecessário ao momento. Disse que os oito que votaram na outra chapa 1 (Elton), não era oposição ao Prefeito, e que assim não fosse entendido. Disse ainda ter a expectativa que essa legislatura seja a melhor de todos os tempos.
César Tarzan: começou pedindo desculpas por ter chegado atrasado e não ter acompanhado a fala do prefeito. Tarzan reforçou o discurso do Zé Luís, dizendo que os oito que votaram na chapa adversária de Adair, não pode ser considerada oposição: “Vou falar em nome dos oito. Não existe oposição da nossa parte. Foi uma escolha que nós fizemos onde o senhor ainda nem era legitimamente o prefeito – Quero é te pedir que nos trate com igualdade e respeito. Só desta forma que vamos conseguir ajudar Divinópolis”.
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Após os pronunciamentos dos vereadores, representando a equipe do governo que estava presente, Fausto Barros e Ricardo Moreira, o assessor especial, Djalma Guimarães, começou com um texto bíblico, em que Jeremias diz que é preciso orar pela cidade. Para que haja paz. “Por que havendo paz todos nós vamos desfrutar dessa paz. Tem que ser uma constante na nossa vida. Eu, como todos vocês, tenho uma preocupação enorme com Divinópolis, por que em 2004 quando Galileu deixou a Prefeitura nós éramos a 5ª cidade melhor cidade para se viver. Doze anos depois, nós estamos em 34º lugar. Fico muito preocupado com isso. E nós precisamos trabalhar, precisamos dar as mãos uns aos outros – Divinópolis não pode continuar como está. É uma cidade que parou, é uma cidade que regrediu, e precisamos fazer essa cidade voltar para o 5º lugar – Vamos dar as mãos, vamos largar as picuinhas, querendo tirar proveito de uma coisa ou de outra – Vamos pensar em primeiro lugar em Divinópolis” – Djalma finalizou falando do descaso que está a cidade, que para ver isso não é nem preciso ir para a periferia, bastar transitar pela Rua Goiás. Falou dos buracos dos bueiros e de tocos de arvores nas vias públicas, além da sujeira.
Após a fala de Djalma Guimarães, foi solicitado que a imprensa se retirassem para que eles realizassem uma reunião interna de trabalho.
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