Muitos vereadores tem o péssimo hábito parlamentar de chegarem no plenário da Câmara de Divinópolis, pressionarem o botão de presença, colocam a cor verde no painel que indica que ele está presente, (não prestamos atenção ainda, se existe algum pianista) e desaparecerem do plenário. A maioria retorna somente na hora da votação de projetos, tanto é que, é normal o presidente ser obrigado a paralisar a sessão por falta de quórum. Ás vezes, um ou outro sequer retornam para o plenário. Alguns alegam que estavam em seus gabinetes “fazendo atendimentos” à população. Contudo, porém, todavia, o campeão de ausência, e que todos os seus pares reclamam, é o edil Anderson Saleme (PR). Que já foi alvo de críticas pelo vereador Hilton de Aguiar (PMDB) por suas ausências. “O cara só chega atrasado, vai embora, volta e depois na hora da votação não está aqui”, disse no passado o peemedebista – Na sessão ordinária dessa terça (21), lá estava assinalada a presença de Anderson no painel, mas sua cadeira encontrava-se vazia – Foram votados quatro projetos, entre eles um polêmico que era a apreciação de um veto do prefeito, ao projeto de Lei do vereador Hilton sobre o prazo de validade dos alvarás sanitário, que o projeto aumentava para 3 anos e o Executivo não concordava, queria 1 anos, do jeito que é atualmente. Na votação, o veto do prefeito foi mantido.