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“Sobre o setor do vestuário falo emocionado por que minha mãe era costureira e eu desde os 14 anos de idade que estou no segmento”.
“Durante os 10 anos da gestão do Toninho eu não participei de nada, foi por que não fui convidado. Acharam que o nosso conhecimento não tinha valor. Como não convidaram, eu não fui. Eu não sou daquele que fica batendo na porta me oferecendo para ajudar, quando a gente é convidado, agente contribui. Acerta, erra, que é natural do ser humano”.
“Eu acho o seguinte: o setor do vestuário está no CTI. Você que tem uma confecção, uma facção, você que não tem nada a ver com a confecção, o setor está no CTI, ele precisa se reinventar”
“Nós tínhamos um trabalho de levar confeccionista para expor em São Paulo e era o grande avanço da confecção. Era tirar a confecção aqui do seu mundinho e levar ela para um grande centro que é São Paulo”.
“Nós tivemos a FIMAPEV, que foi idealizada por mim, pela esposa do Geraldo Passos (Sandra Passos) e pela Gisele, nós três que criamos a FIMAPEV e depois foi executado na gestão do Valdemar, inclusive o Geraldo Passos trabalhava, e esse projeto tem que voltar. Vou te explicar por que: Não adianta a confecção fazer uma roupa bonita, se ela não for competitiva. Não adianta a confecção querer fazer tudo, se ela não for boa em um único produto. Nós precisamos antes de pensar na venda, pensar no processo de produção, na gestão da confecção. Temos que desenvolver tecnologia no processo de produção, tecnologia no processo de gestão. Para então você ter preço competitivo, com um produto atualizado”.
“Para você entender: se você tem produto competitivo, o cliente sai lá de Manaus e vem aqui comprar, mas se o produto foi comprado em São Paulo, foi trocado a etiqueta e foi colocado no shopping para revender, não vai ter comprador nem da nossa vizinha Cajuru, para vir comprar em Divinópolis, isso é uma questão logica”.
“O setor tem que avançar. Hoje tem uma junta governativa no Sinvesd, espero que rapidamente seja convocada uma nova eleição. As pessoas que estão lá, são pessoas sérias – Eu não vou participar do Sinvesd. Mas se me solicitarem alguma ajuda, com muita humildade eu ajudo. Sem interesse próprio, pensando no coletivo, pois o setor da confecção é importante para toda cidade”.






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