“Tenho sido vítima de uma QUADRILHA ORGANIZADA comandada pelo senhor MARRECO” afirmou EX-VICE-PREFEITO de Divinópolis

Publicado por: suporte


Há alguns dias, quase desde o início do mês, o cidadão Marcelo Máximo tem circulado pelos arredores de Divinópolis, com uns papeis embaixo do braço, mostrando para todos, inclusive para o editor do Divinews, isto bem antes da TV Integração, que teve o seu repórter, Thiago, abordado por Marcelo Marreco, no plenário da Câmara na última quinta-feira (19) e topou colocar no ar a matéria.

Anteriormente, o Divinews não postou, assim como não posta nenhuma matéria em que se vê obrigado. Em suma, o Divinews não é pautado à fórceps por ninguém. E o Marcelo condicionou que só deixaria o editor ver e ter os documentos com o compromisso de publicar.

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E em tais documentos que não tivemos acesso direto, e assim através de outras mãos, não nos foi dado nenhuma cópia. Tomamos conhecimento que a acusação ao ex-prefeito se referia a ao Projeto de Lei (EM-038/2012), que autorizava o Executivo a doar terreno do município para o Centro Tecnológico da Confecção, um empresa nova, que segundo o ex-prefeito foi criada por um grupo de empresários para fomentar o desenvolvimento do setor. E que Marreco desconfiou (não nos foi passada nenhuma cópia de documentos) que pudesse ter irregularidades, já que passados três anos após o projeto ter se tornado a nº Lei 7.572/2012, com a sanção do prefeito, nada ainda havia sido feito.

Segundo informações (Não temos documentos em mãos), a área doada pelo município, mas que não chegou a ser passado efetivamente, já que não existe escritura, é de 240.000 mil metros quadrados, localizado à direita da estrada que liga o município de Divinópolis ao distrito de Santo Antônio dos Campos (ERMIDA), no local denominado Grotão e Serra do Quintal.

Diante da exibição dos documentos (Não temos cópias, por que Marcelo coagiu a publicação e tentou fazer leilão), que Marreco afirma serem verdadeiros e que está eivada de irregularidades da doação do terreno do município para Francisco, ele começou a fazer romaria não apenas nos meios de comunicação, mas nos gabinetes dos vereadores de oposição, como Adair Otaviano (PMDB) e Anderson Saleme (PR) para que os mesmo se pronunciassem no plenário, o que foi feito na última reunião ordinária, antes do carnaval (12/02).

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Nesta ocasião (12/02), os vereadores Anderson Saleme (PR) e Adair Otaviano se pronunciaram a respeito do caso. Anderson falou da gravidade do projeto que foi aprovado quando ele era PRESIDENTE da Câmara, que foi a dação em pagamento para a Empresa Centro Tecnológico da Confecção. O edil lembrou que a empresa tinha vários sócios e que o projeto foi votado relâmpago, “prestes a entrada do período eleitoral em 2012, para o nosso assombro, poucos dias após o fim do ano de 2012, os sócios dessa empresa cederam suas quotas para um ex-político de Divinópolis, que passou a ser dono, juntamente com outras pessoas, desse terreno – Em lotes, são apenas 810 lotes – E eu quero aqui cumprimentar o meu amigo pessoal MARCELO MÁXIMO DE MORAIS FERNANDES” (pede que Marcelo se levante e as câmeras o focalizassem). E continua: “É um homem corajoso, tem aquilo roxo que tem enfrentado todas as autoridades desonestas de Divinópolis e a partir de um trabalho muito bem feito dele, está sendo investigado ESSE ROUBO, LARÁPIOS dos terrenos municipais – Ele fez agora no dia 26 de janeiro, uma denúncia ao Ministério Público, ao Dr. Excelentíssimo, Digníssimo Gilberto Osório, da Defensoria do Ministério Público. Espero que ele tome medidos contra este ROUBO, 240 mil metros quadrados, foram algumas pessoas que transferiram esses terrenos para o então vice-prefeito de Divinópolis, Francisco Martins”.

Anderson Saleme disse lamentar os fatos que estão ocorrendo em Divinópolis, entre outras questões até perigosas. E confessou que foi ameaçado de morte.

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Já o vereador Adair Otaviano (PMDB) ao abordar o assunto também exaltou o cidadão Marreco dizendo que ELE PREOCUPA com a cidade; “Há pouco Marcelo fez uma denúncia no Ministério Público, estivemos sentados com ele e a denúncia é séria”.

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Adair voltou no tempo ao dizer que participou votando o projeto EM-038/2012, e se sente enganado por que votou favorável e ao receber as denúncias do Marcelo percebeu que a Câmara foi induzida ao erro, ou no mínimo usaram de má fé para esta Casa Legislativa; “Eu quero aqui dizer que assuntando com Marcelo, discutindo com ele o que era o Projeto EM-038, que se transformou na lei 7.57, é uma coisa de arrepiar. Aprovou um projeto para uma empresa criada há pouco mais de cinco meses, com o nome Centro Tecnológico da Confecção Ltda. Foi doado para esta empresa 810 lotes, 24 hectares, 240 mil metros quadrados. Com a promessa que esta empresa geraria 800 empregos diretos, e estamos aguardando até hoje, por que o projeto foi aprovado no dia 3 de setembro de 2012, há três anos que a doação foi feita e votei favorável”.

O Vereador levanta a suspeita que os proprietários da empresa Centro Tecnológico da Confecção fossem apenas LARANJA do ex-prefeito Francisco Martins, isto por que segundo seu pronunciamento, logo após a aprovação do projeto e a sanção da Lei pelo prefeito, os proprietários passam as quota da empresa para Chiquinho. O vereador fala que na época da votação, se o ex-vice-prefeito fosse o dono da empresa ele também votaria favoravelmente, por que ele também é um empresário. Mas, segundo Adair, votar de um jeito e depois mudar, é isso que ele não concorda.

O ex-vice-prefeito, Francisco Martins, em entrevista para o Divinews, lamentou a atitude de Marreco que não entendeu que o projeto aprovado era autorizativo, e que muito embora o prefeito tivesse sancionado a lei, a escritura do terreno não foi passada. E questionou ainda por que a perseguição com ele [Francisco], pois como qualquer outro ele também é empresário e que sua entrada no Centro Tecnológico da Moda, se deu em consequência da desistência de outros, para que o projeto não terminasse, já que iria gerar muitos empregos.

Martins acrescentou que o objetivo do projeto era que no local houvesse um pool de empresas que compartilharia vários serviços comuns entre eles, mas que, com toda essa confusão ele acha difícil que os demais empresários, pessoas sérias queiram continuar.

Francisco finalizou dizendo que trata-se de perseguição de um grupo político, e desconfia quem possa estar por trás, e citou que acha ser um ex-assessor de um ex-prefeito. QUEM SERIA, PERGUNTA O DIVINEWS?

O ex-vice-prefeito finalizou, dizendo que vai processar todos os que o caluniam. Marreco, e os dois vereadores, Anderson e Adair, e que se ficar provado que os dois edis faltaram com o decoro ao mentir em plenário, vai propor que se instaura uma comissão de ética e que poderá redundar, até em uma cassação dos parlamentares.

Conheça um pouco de Marcelo Marreco
Marcelo, anteriormente tinha um restaurante na Avenida Sete de Setembro, que se chamava “CASA DA PICANHA”. Não sabemos em que momento Marreco entra na política e o que o moveu em tal direção. Contudo, após sua entrada e o que aconteceu. Ele fechou o estabelecimento comercial e atribuiu o fechamento do Restaurante a perseguição do governo. O fato é que desde a eleição de Vladimir, para o seu primeiro mandato, Marreco é personagem de vários episódios. Como tudo na vida e em todos os setores, a oposição ao Marcelo, diz que seus motivos contra o governo ou pontualmente contra um ou outro vereador, não tem nada de republicano, nada a bem da cidade, são consequências em detrimento do que ele diz que fizeram com ele.

Outra versão que circula também, entre alguns que estiveram envolvidos com Marreco logo no inicio do governo do Vladimir, é que ele queria ter um areal, um licenciamento para retirar areia do Rio Itapecerica, como não conseguiu, somado à questão do Restaurante e a um cargo que o próprio Prefeito Vladimir Azevedo relata no final de uma matéria, ele teria ficado bastante irritado.

A jornalista Katiucia tem um texto na internet, possivelmente de um antigo blog dela, que conta toda história, com riqueza de detalhes. (Veja)


sábado, 24 de outubro de 2009

Prefeito mente em entrevista ao falar em coação

Após ter lido a Entrevista Exclusiva que Vladimir Azevedo (PSDB) concedeu a Gazeta do Oeste, Marcelo Morais que foi citado pelo prefeito em uma de suas respostas procurou nossa reportagem dando suas versões aos fatos.

O empresário alega que as afirmações do prefeito na entrevista são equivocadas. “São afirmações de uma pessoa que não pensou antes de falar. A questão que eu o coagi inúmeras vezes infelizmente, isso é mentira! Ele foi infeliz ao dizer isso. Em primeiro lugar que em 27 de janeiro eu denunciei Vladimir no Ministério Público sobre o contrato irregular com a empresa Viasolo. O próprio Kelsen Rios, controlador geral do município, deu entrevista em outro jornal, dizendo que havia esta irregularidade no contrato com dispensa de licitação de pouco mais de R$ 145 mil. Então a questão é essa. Ele mentiu falando que eu o coagi”, de defende Marcelo.

Morais ainda nega que levou o Cd que possui, que conteria denúncias contra o atual prefeito e alguns vereadores. “Eu não apresentei esse Cd em lugar nenhum. Eu apenas passei para o pessoal do Demétrius, para mostrar quem realmente redigiu os documentos que foi levado e entregue a Polícia Federal”, explica.

Perguntado como ele foi envolvido nesse assunto e qual a sua ligação com Vladimir e outros vereadores, considerados de oposição no mandato passado, Marcelo explica. “Isso foi através do Vladimir, Afonso Salgado, Anderson Saleme e Adair Otaviano. Eles me usaram e continuam querendo colocar só eu como o responsável pelas denúncias. Mas como eu vou ter acesso a documentos internos da prefeitura? Então eles tentaram formar uma CPI na Câmara para investigar o superfaturamento entre a prefeitura e a Via Solo. Eles fizeram todos os documentos, depois foram ao meu restaurante para que eu assinasse, dizendo que todo mundo ia entregar esses documentos na Polícia Federal. Eles me usaram como “laranja”, a palavra certa é essa. Depois diz que não foi feito nada. Espera lá né! No dia que era para o sargento Geraldo assinar, ele se suicidou. Não sei por qual motivo, mas foi no dia que era para ele assinar. Depois eu fui descobrir que não tinha o nome dos vereadores na denúncia, só tinha o meu nome. Usaram meu nome e o meu CPF. Agiram de má fé e colocaram só o meu nome”, denuncia.

Sobre a autoria dos documentos entregues no Tribunal de Contas do Estado, Marcelo é claro em suas denúncias. “Quem redigiu todos os documentos foram o Vladimir e Afonso Salgado e isso está gravado em CD. Isso eu provo que está gravado. Quem redigiu todos os documentos foram Afonso Salgado e o Vladmir e o pessoal lá da Câmara, os quatro vereadores. Eram cinco vereadores mas apenas quatro assinaram o pedido de CPI (Vladimir, Saleme, Aristides e Adair). Nas denúncias que foram para o Tribunal de Contas do Estado eles só colocaram o nome.Eu não sou vereador, eu nunca dependi da prefeitura para trabalhar em órgão nenhum, nunca pedi emprego para nenhum prefeito, até pelo contrário eu venho é pagando meus impostos, que eu acho muito caro, sem o pessoal fazer o que precisa ser feito na cidade”, relata.

Sobre a acusação de coação ele afirma. “Ele foi infeliz de dizer que eu coagi ele. Como eu coagi um prefeito, sendo que ele com pouco mais de 20 dias de mandato eu o denunciei no Ministério Público? Não tem como eu esperar uma oportunidade de emprego sendo que eu estou mostrando irregularidades dentro do governo dele”, garante.

A justificativa dada por Marcelo para ter entrado nesse “esquema” de denúncia montado pelos quatro vereadores foi a de que ele achava que todos iriam assinar. “Quando eles trouxeram os documentos para que eu pudesse assinar eles disseram que todos eles iriam assinar. Inclusive me falaram que o motorista da Câmara iam levá-los a Belo horizonte para entregar a documentação no Tribunal de Contas do Estado. Eles garantiram que iriam assinar, mas quem assinou foi só eu e deram entrada na Polícia Federal”, conta.

Se por trás desse apoio ele teria recebido alguma oferta, alguma recompensa ou alguma promessa, ele nega. “Eles não me ofereceram nada. É que eu achei muito irregular o superfaturamento entre a prefeitura e a Via Solo que eles me apresentaram. Agora na reportagem ele está falando que é amigo do ex-prefeito Demétrius. Eu queria que ele fosse mais real e falasse a verdade. Que ele sempre trouxe os documentos. Que foram ele e o Afonso Salgado que levaram os documentos para entregar na Polícia Federal”, diz.

Se de fato aconteceu, para que os vereadores pudessem chegar a ele e fazer um pedido para assinar tais documentos, poderia haver uma ligação entre o Marcelo e tais vereadores, o denunciante explica. “É porque eu já tinha feito várias denúncias do mesmo tipo no Ministério Público sobre licitações no governo Demétrius. Então eles acharam que podiam me usar, porque havia feito outras declarações, unindo a deles com as minhas. Coisa que não tinha nada a ver comigo. Quem fez todos os documentos foi Afonso, Vladimir, Adair e Anderson. Eu não ganhei benefício nenhum com isso. Eu não pedi nada a ninguém. Eles nunca me deram nada”, reintera.

No já considerado “famoso CD”, cuja gravação foi feita por Marcelo e está em seu poder, ele diz que “contém dados sobre um superfaturamento entre a Via Solo e a prefeitura. Quem fez os documentos todos, começou com Vladimir e Afonso Salgado, quando Vladimir era vereador e eu explico tudo aqui na minha denuncia no MP”, garante.

Sobre a contradição entre o que ele afirma de que as denúncias sobre o contrato considerado superfaturado entre a prefeitura e a Via Solo foi entregue na Polícia Federal e o real motivo que trouxe agentes desta instituição à cidade, Marcelo se defende. “Não foi por isso que eles vieram até aqui, mas eles queriam incriminar ainda mais o ex-prefeito Demétrius. Eu sei que não foi por esse motivo. Eu não tenho nada nem contra o governo passado e nem contra esse governo. Eu só acho o seguinte, o que precisa ser feito, tem que ser feito. Se estão irregular, tem que regularizar a situação. Porque contratos sem licitação? Para que isso? Por qual motivo? Beneficiando quem? Porque? Falar que pode licitar em caráter de urgência? A lei é clara. Nesse casos os contratos são de no máximo de R$ 8 mil, não é cento a tantos mil, duzentos e tantos mil, dois milhões e tanto, isso é historia”, fala Morais.

Sobre o prefeito tê-lo chamado de “coitado Marreco”, ele protesta. “A verdade é a seguinte, eu nunca coagi ele e homem nenhum, hora nenhuma. Isso de falar “esse coitado Marreco” é brincadeira, né!. Marcelo Marreco é brincadeira. Meu nome é Marcelo Morais e não tem nada desse “coitado”. Além do mais a gente deixa para ver o que vai acontecer para a frente em relação as licitações. A Polícia Federal está ai, as leis estão ai para poderem tomarem atitude. Eu não sou advogado, não sou delegado, simplesmente sou um cidadão que cumpri com os meus deveres tributários que é a de pagar IPTU, Taxa de Iluminação Pública, etc. Então eu estou mostrando simplesmente que ele foi infeliz de mentir que eu o coagi pedindo emprego, isso nunca aconteceu. Além de tudo eu acho que tem poucos órgãos na prefeitura em que cabe a minha mão de obra”, finaliza o empresário Marcelo Morais.
Entenda o caso

Em Entrevista Exclusiva concedida a Gazeta do Oeste, do dia 18 de julho de 2009, o prefeito Vladimir Azevedo dá sua explicação sobre o CD que conteria informações comprometedoras sobre ele próprio, e outros vereadores, e que o ligariam com denúncias feitas contra o ex-prefeito Demétrius Arantes na Polícia Federal e no Tribunal de Contas do Estado e qual o seu possível envolvimento com Marcelo Morais.

Isso é ridículo! Essa pessoa que vez a gravação se chama Marcelo Marreco. Ele me coagiu várias vezes com essa gravação. É um coitado que tentou me coagir com essa gravação de que se eu não desse um emprego para ele na prefeitura ele ia trazer isso a tona. Na hora que ouvimos essa gravação em nenhum momento você escuta a minha voz. Eu não estou na conversa. Então nada disso tem fundamento. Então “eles” querem criar um factóide. O ex prefeito Demétrius, pessoa que eu respeito como ser humano, enquanto agente político prestou um grande serviço para a cidade. (…) Eu tenho um profundo respeito ao “prefeito Demétrius”, prestei minha solidariedade no momento mais difícil de sua vida em plenário e mesmo assim rotulado como vereador de oposição. Esse Cd não tem a minha voz, essa pessoa apenas me cita. Ele não tem nada de Polícia Federal. Ele contem uma denúncia que fizemos, do edital de licitação para a contratação da Via Solo, que estava em curso e que nós entendemos que era ilegal e desproposital para Divinópolis do jeito que ele estava concebido e pedimos a nulidade dele e a nulidade foi feita agora recentemente. (…) Agora na política eu estou muito bem preparado para isso. Para conviver com pessoas que querem que as coisas dêem errado, que querem plantar veneno, para ver eu brigar com o Demétrius. Ele é meu amigo, meu “irmão”. Hora nenhuma eu não trabalhei para isso. Ai vem o outro lado do ridículo. Esses fatos, o protocolo que foi colocado com as denúncias referentes ao edital, foram depois do ato máximo da Política Federal. Não tem nada a ver uma coisa com a outra. Querem criar um factóide, confundir as pessoas. (…) Então eu já estou todas as medidas jurídicas para defender a minha honra dessa armação ridícula e já esclareci pessoalmente essa questão ao prefeito Demétrius para que não paire dúvida nesse sentido. Pelo respeito que temos a ele enquanto homem publico e cidadão e que nada tive a ver com esse caso ai.

Reportagem publicada na Gazeta do Oeste em 19 de agosto de 2009
Postado por Katiuscia Freitas às 19:32

 

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