Existem situações de difícil entendimento no afastamento laboral de Darli Salvador. Segundo informações, o motivo especifico da sua licença médica é por suas limitações físicas em dirigir veículos pesados. Será que a Prefeitura não possui nenhum veículo que não seja “pesado”, automóveis, ambulâncias, que por sinal ele já dirigiu? É preferível afastá-lo e provocar gastos desnecessário para o DIVIPREV, já que ele dirige um veículo leve, o seu fusca, por toda cidade. Por que razão a Secretaria de Administração não o alocou em outra área?
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A situação mais surrealista é que, quando ele estaciona e as pessoas pensam que de dentro do veiculo sairá uma pessoa realmente com muita dificuldade de locomoção, e ele desce lépido e fagueiro para participar, por exemplo de uma caminhado política, ou de uma manifestação, como ocorreu na última segunda-feira (05), em frente a prefeitura. Ou até mesmo subir vários degraus para assistir as reuniões plenária da Câmara. É notório sim, que ele possui um certo grau de dificuldade de locomoção, mas não ao ponto de ser classificado como deficiente físico e usar estacionamento que poderia estar sendo utilizado por quem realmente precisa, como exemplo um cadeirante. Mas é fato que um médico o atestou como deficiente.
Veja várias imagens de Darli nas mais diversas atividades. Será que é necessário uma licença médica de afastamento do trabalho?? Será necessário ele portar um cartão de estacionamento para portadores de deficiência física?
O que ultrapassa a situação surreal, é que mesmo afastado por licença médica, Darli ainda consiga ser representante de Conselhos entre outras possíveis representações na sociedade civil organizada, ter uma vida normal, por sinal bem ativa para um servidor que não está produzindo por deficiência física. Em síntese, o município, as secretarias mencionadas precisam redefinir a situação do servidor. Pois isto é uma afronta aos demais servidores, aos “normais” e até outros que possuem outros tipos de deficiências bem mais grave, mas continuam trabalhando normalmente. A situação de Darli não o qualifica a fazer cobranças do governo, em qualquer nível, e tão pouco o catapulta rumo a uma provável candidatura em 2018, se assim ele estiver pensando. Pois não basta só cobrar, tem que fazer.
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