Segundo o superintendente do Diviprev, Luiz Fernando Guimarães Borges, a dívida do município com o instituto é de R$ 5 milhões, referente a três meses de atraso, contudo, um dos conselheiros afirma que já são quatro meses de atraso, da parte patronal. Luiz, defende o empréstimo, pois a rentabilidade do instituto ao emprestar para o município é maior que qualquer outro tipo de investimento do mercado.
Ele explicou ainda que o primeiro parcelamento que o prefeito Vladimir Azevedo fez foi referente à gestão de Galileu Machado, não soube precisar, mas disse que foram milhões, tanto é que o valor da parcela era de R$ 260 mil reais/mês, e que no momento o saldo a pagar é de apenas R$ 70 mil reais.
Só ontem (quarta-10) foram realizadas duas reuniões, a primeira na parte da manhã com entre os membros do governo e os conselheiros de administração e fiscal do instituto. Entretanto além de não terem chegado a um acordo, o tempo fechou com discussões bastante acirradas. E uma segunda, à tarde que terminou por volta das 19 horas. E mesmo assim, como não houve consenso, marcaram outra para a amanhã (12), logo na parte da manhã.
Alguns membros suspeitam que o nervosismo é em consequência da falta de caixa para pagar o 13º salário, e que o governo está querendo lançar mão do valor que iria dispender com o DIVIPREV e liquidar a folha de pagamento do mês e o salário extra.



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