![]() |
O militar da reserva, e agora deputado estadual Sargento Rodrigues, em seu pronunciamento foi contundente e critico à recomendação do MPMG para o comando da PM quanto ao uso da força nas manifestações populares que tem ocorrido com freqüência em Belo Horizonte.
“Eu ainda não encontrei nenhum administrador que consiga mensurar um medidor de força, quando as forças policiais são recebidas com pedradas e coquetel molotov – Os manifestantes tivera a cara de pau de dizer que na agressão que ocasionou a morte de um jornalista, disseram que queriam matar era um policial e não um profissional da imprensa” afirmou indignado o deputado do parlamento estadual de Minas Gerais.
O deputado disse ainda que não existe policia que agüente este tipo de comportamento: “Os promotores tem independência de atuação, mas, precisam ter uma pouco mais de equilíbrio em suas exigências”, disse o parlamentar em seu pronunciamento.
O parlamentar continuou sua indignação com as recomendações das três promotoras do MP: “Eu queria ver se os manifestantes fossem atacá-las – As promotoras devem estar assistindo muito Homem de Ferro na televisão – A Promotoria de Direitos Humanos é só para quem está depredando o patrimônio público ou é também para os policiais? – Dou cartão vermelho, para excelentíssimas promotoras, elas querem que os policiais apanhem na rua”
O deputado Durval Ângelo do PT saiu em defesa das promotoras, ao dizer que o objetivo delas era que não ocorra violência de nenhuma das partes, nem dos manifestantes e tão pouco dos policiais. “O Ministério Público teve uma postura de equilíbrio. Nós tivemos conflitos tal qual em São Paulo e no Rio de Janeiro e na abertura da Copa, houve um único excesso”, finalizou o parlamentar petista em defesa do MP.
E bateu firme na instituição Policia Militar ao colocar que existe na justiça ação, por assedio moral contra coronéis, fazendo um contra ponto à defesa do deputado sargento Rodrigues.
O deputado Gilberto Abramos (PRB) para finalizar o embate entre os dois parlamentares, Sargento Rodrigues (PDT) e Durval Angelo (PT), um defendendo a Policia Militar e outro o Ministério Público, sugeriu que em todas manifestações estivesse presente um promotor de Justiça para acompanhar as manifestações in loco.







