“Notificamos o servidor Marcos Antônio Ribeiro 99017188, ocupante do cargo Auxiliar de Serviço I a comparecer na Delegacia de Policia, se apresentar para o Dr. Fernando Jorge Vilaça”.
Maiores detalhes não foram dados. O servidor só ficou sabendo que existe um convênio em que a Prefeitura cede para a policia 6 (seis) servidores, quando ele chegou lá. Do momento em que ele recebeu a correspondência até sua conversa com o delegado, mil dúvidas passaram na cabeça dele. O que ele teria feito que estivessem encaminhando ele para a polícia? Por que razão Simonides não foi claro no conteúdo da correspondência ao delegado dizendo logo de cara o motivo que estava encaminhando Marcos? Maldade de uma caracterização de assédio moral ou simplesmente um conveniente esquecimento?.
![]() |
Marcos ao chegar no local, o delegado Fernando Vilaça lhe explicou sobre o convênio e ao ouvir suas ponderações, segundo Marcos, o delegado teria lamentado que o estivessem encaminhado em tais circunstâncias e acabou por encaminhar Marcos para o delegado Leonardo, deliberar sobre o caso.
O servidor afirmou para o Divinews que se sentindo pressionado psicologicamente e diante do seu abalado estado resolveu procurar um médico que acabou por lhe dar licença médica e ele assim não se apresentou ao delegado Leonardo.
O que Marcos estranha é que no dia 20 de março em avaliação interna da sua atuação profissional, o secretário Simonides Quadros e Leandro Teixeira, gerente de Projetos da SETRANS os avaliaram como bom, em todos os itens, como: assiduidade, eficiência, dedicação ao serviço e pontualidade. E a avaliação existiam os pesos de “Ruim”, “Regular”, “Bom” e “Otimo”. E em nenhum dos itens ele foi avaliado sequer como “Regular”. “Não entendo se fui avaliado como “BOM”, como me transferem?”
Em que pese que, cada um é responsável por seus atos, a política de Recursos Humanos da Prefeitura de usar pressão psicológica está na contramão de uma nova ordem em que as boas instituições colocam o bem estar dos seus colaboradores em primeiro lugar. No RH da Prefeitura que na verdade são cargos ocupados politicamente por pessoas sem nenhum preparo de “lida” com o ser humano. Não existe sequer uma estrutura de profissionais psicólogos e assistentes sociais. Ainda estão no tempo do “PGP”, desculpem, pressão, grito e porrada”. E isto gera uma reação destemperada para uma infeliz ação.
![]() |
![]() |
Link de noticias sobre o servidor Marcos, que surtou na Câmara de Divinópolis
Servidor municipal doente tem surto psicológico na Câmara de Divinópolis e quase agride vereador









