A história da pendenga começou quando o secretário anunciou que na criação da Escola Municipal de Dança seria formalizado um contrato com a profissional Cristina Helena que reside e trabalha em Belo Horizonte e a sua atuação como gestora do projeto em Divinópolis se daria sem nenhum custo para os cofres do município e sem licitação pública.
Cristina além de ser delegada do Conselho Brasileiro da Dança em Minas é também professora da escola do SESI Minas. Robervan estranhou que a profissional se desloque gratuitamente de Belo Horizonte para ser gestora do projeto de dança em Divinópolis e pensa que é preciso que aconteça uma licitação pública entre as profissionais de dança do município. O advogado que esteve na oitiva apenas como um cidadão, como ele frisou, afirmou achar muito estranho que a Cristina Helena se proponha a trabalhar de graça em Divinópolis enquanto na cidade de Nova Lima ela chega a ganhar cerca de R$ 200 mil reais para exercer a mesma atividade.
Por esse motivo ele provocou a reunião na Câmara que através do vereador Marcos Vinicius foi formada uma Comissão especial para investigar o caso. E na próxima semana, segunda-feira (26) o principal acusado, Bernardo Rodrigues será ouvido pelos membros da Comissão.
O presidente da Câmara em uma tentativa de se antecipar os fatos e possivelmente proteger um membro do governo que é do seu partido, anunciou repentinamente, atropelando os trabalhos da Comissão Especial constituída, que o secretário Bernardo Rodrigues estaria no plenarinho da Câmara nesta quinta-feira para dar a sua versão dos fatos.
O presidente da Comissão Marcos Vinicius imediatamente reagiu afirmando que não aceitara ingerência e nem pressão, dizendo que poderia ouvir o secretário nesta quinta-feira (22), contudo sua oitiva na Comissão continuaria Marcada para a próxima segunda-feira (26).
Outros envolvidos que serão ouvidos é o vice-prefeito Rodrigo Resende e a própria Delegada do Conselho de Dança em Minas, Cristina Helena.
![]() |
![]() |








