Dizem, não acompanhamos, aliás, nunca vimos, que às vezes, diante das forçações de barras que são cometidas e besteiras ditas o Datena tupiniquim está mais para Ratinho que qualquer outra coisa.
Olha (Não gostamos de pronunciar o nome daquela revista de extrema direita) o resultado da enquete. Os governistas dirão que não expressa a verdade da maioria da população. Lembrando que os Institutos não pesquisam todos os brasileiros para dar o resultado, faz apenas uma amostragem com números infinitamente inferiores ao universo. E diante da disparidade da aprovação, é inquestionável.
Quanto a tão sonha utilização de força policial, que gostariam os governistas de plantão que tem até carteirinha de utilização de boquinhas na prefeitura, junto com a mídia amiga que tem um medo danado de perder as polpudas verbas publicitárias, olha o resultado da enquete.
51,9% – Não admitem de forma nenhuma em hipótese alguma que a Policia Militar use a força para retirar os manifestantes.
24,1% – Dizem não admitir. Contudo não afirmam que é de forma nenhuma. Mas não gostaria da utilização de força policial para a desocupação. A soma dá o estratosférico 76% que não quer ver a policia retirando os manifestantes à força.
20,3% – Admitem o uso de força policial se houve alguma depredação do patrimônio público. (Neste sentido os manifestantes precisam ficar atentos com a infiltração de vândalos e até mesmo outros certos tipos de pessoas que podem fomentar a violência para justificar a ação da PM)
3,8% – Admite o uso da força policial
Quanto a decisão do presidente da Câmara em decretar ponto facultativo enquanto os manifestantes estiverem ocupando a Câmara.
O mais polêmico assunto, pauta da principal reivindicações dos manifestantes que ocupam a Câmara é quanto ao horário das sessões plenárias, que eles queriam e agora comprovadamente é a população quem quer que seja alterada para o horário noturno.
61,7% afirmaram que o horário deve ser alterado para as 19 horas
11% querem que continue na mesma, ou seja, 14 horas
30,1% dizem que independe o horário. O que eles gostariam mesmo é que os vereadores deixassem de ser subserviente ao executivo e passassem a fiscalizá-lo. Deixassem de legislar em causa própria para ter vagas para apadrinhados na prefeitura entre outras benesses.
“Espie” (Título da revista portuguesa similar aquela do Brasil de extrema direita) os outros itens da enquete.
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