Metalúrgicos de São José dos Campos, trabalhadores rurais do interior paulista, operários da construção civil e funcionários do comércio são algumas das categorias que devem engrossar os protestos a partir da semana que vem.
“Estamos fazendo neste final de semana uma convocação geral para que, inclusive, nas fábricas e locais de trabalho, as pessoas possam avaliar que agora é o momento de também protestar contra a repressão e ditadura do governo Alckmin”, diz José Maria de Almeida, presidente do PSTU e coordenador da Conlutas.
“Não apoiamos a depredação. Se a polícia encontra uma pessoa destruindo algo, tem de prender. Mas descer o cacete em trabalhador, estudante que se manifestam é outra coisa”, afirma.
Segundo o sindicalista, os policiais militares que estiverem trabalhando no ato serão convidados a “desobedecer seus comandantes” e protestar “em vez de bater”.
A CUT (Central Única de Trabalhadores) e Força Sindical já se posicionaram contra a repressão policial nas manifestações. Mas ainda não está certo a participação de seus sindicatos no protesto de segunda-feira.






