A confusão se estabeleceu depois que sorrateiramente o projeto 019/2013 foi inserido junto com o 016/2013 na ordem de votação desta terça-feira (04). Contudo, este assunto será tratado em outra matéria.
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Esta é especificamente para falar do destempero do presidente da Câmara Rodyson do Zé Milton (PSDB) e sua forma ditatorial de conduzir, não apenas as votações em si, mas a Casa como um todo.
Rodyson ao ser eleito fez tratou logo de fazer uma limpa na Casa, mandou todos os servidores indicados por outros vereadores que não votou nele para presidente ou que não foi reeleito, colocou a todos no olho da rua, sem dó nem piedade. Aliás, essas atitudes anti-repulicana faz parte do grupo aliado, pois o pastor Paulo César quando assumiu a presidência fez a mesma coisa, mandou um caminhão embora.
O ponto interessante na limpa do atual presidente é que ele, na legislatura passada foi autor de uma lei que obrigava que os consultórios médicos, etc, teriam que ter uma profissional que entendesse os sinais de libra, só que a Câmara não tem mais interprete de libra, pois o presidente mandou embora a Andréia que interpretava os sinais de libra.
Por ter vazado a informação de que o chefe de governo, sempre o Faraco, estava ligando na hora das votações de projetos para instruir sua base, e o telefone celular foi parar no plenarinho e um assessor comentou o fato. Ele não titubeou, proibiu que os assessores tivessem acesso ao plenarinho, colando um segurança na porta do plenarinho.
Os servidores andam pelos corredores pisando em ovos para não desagradar o excelentíssimo presidente que para contrabalançar na penúltima sessão ordinária deu uma boa aumentada no valor da pontuação dos gabinetes dos vereadores, passando cada ponto para R$ 105 reais. Corre o boato a boca pequena que o “RACHILD”* corre solto em alguns gabinetes.
Explicando melhor para a população entender. Cada gabinete tem 100 pontos, e cada vereador distribui os pontos entre os seus assessores como melhor lhe aprouver. É aí que entre o “RACHILD”. O sinal evidente é quando um “parlamentar” concentra um excesso de pontos para um dos assessores. Isto pode significar que o salário está sendo “RACHILD” = rachado, dividido. E uma parte pode parar no bolso do vereador, diretamente ou indiretamente via uma esposa, um filho, enfim um parente qualquer. São apenas um ou outro que pratica o “RACHILD”.
Mas, voltemos ao descontrole emocional do presidente. Todas as vezes que o projeto é polêmico, e ele está sob pressão do Executivo, “é batata”, o “magistrado” perde o controle e os cidadãos tem que se comportar no plenário como se estivesse em uma escolinha, ninguém pode dar um pio, senão ele bate na campanhinha e se persistir ele fala que vai retirar a pessoa do plenário.
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O tempo de fala dos vereadores é outra coisa, até engraçada, cômica. Na ALMG, assim como na Câmara Federal e no Senado, quando o tempo do parlamentar vence, ele é alertado por sucessivos sinais, mas o som não é cortado como acontece na Câmara de Divinópolis. Que deixa o vereador com frases incompletas. É uma rigidez com o Regimento Interno, como se isto fosse muito importante para os cidadãos. O que a cidade quer na verdade é que os digníssimos Edis fiscalizem o Executivo. Mas isto pode esquecer.
Depois que o presidente disse que iria chamar a Policia Militar, Itamar de Oliveira se retirou do plenário, e foi ele quem chamou a PM que ficou perdida no corredor esperando para que ele (Rodyson) se manifestasse no Boletim de Ocorrência. Contudo, ele não foi atender a guarnição da Policia Militar. Afinal, a exemplo do que ele diz sempre para o MP, de que os poderes são independentes, a Policia Militar no seu provável entendimento, criando um paralelo, constitucionalmente nem é um poder constituído. É apenas uma força de segurança.
O fato é que os três policiais ficaram mais de uma hora parados nos corredores esperando por ele, que sequer deu satisfação. Nem via sua assessoria e os militares lá parados.
Repetindo o chavão de sempre. Seria cômico se não fosse trágico para a população o que está acontecendo com a cidade de Divinópolis.
E as noticias não são nada boas para o presidente do Legislativo. Como o movimento do “Fora Vladimir” da Frente Popular Compromisso com Divinópolis já coletou o número de assinaturas suficiente para protocolar o Projeto de Lei de Iniciativa Popular solicitando a instauração de uma CPI, os “xiitas” já avisaram que voltarão a freqüentar o plenário da Câmara toda terça e quinta-feira. Parece que Rodyson terá que pedir um quartel da PM de plantão na porta da Câmara.
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