Na tarde desta quarta-feira ao verificar com os funcionários da empreiteira que realiza a reforma da casa para que ela se transforme em um museu/memorial e ao mesmo tempo sirva de escritório para as empresas do grupo Martins, segundo informações coletadas no local, eles desconheciam a existência de qualquer placa ou documentação.
Mais tarde uma funcionaria de nome Heloisa, que se identificou confusamente, primeiro como sendo da empreiteira e depois como auxiliar de uma das decoradoras, afirmou não saber direito se era ou não necessário ter uma placa que indicasse a existência de uma obra na fachada.
O Divinews em contato com o CREA-MG, obteve inicialmente do fiscal de obras Anelito Nonato, que era sim, por lei ter uma placa indicativa de obra. E solicitou que fosse contatado o coordenador regional do CREA-MG na Região Centro-Oeste, Severino Alves de Oliveira, que confirmou que a obra, se não houver nenhuma placa estaria irregular, por que a Lei mandar que isto seja feita. E disse que nesta quinta-feira iria fiscalizar o local para verificar a documentação existente.
Possa ser que apareça, mas não existia placa alguma. O questionamento que todos fazem, inclusive os vizinhos da obra que criou bastante transtorno para os comerciantes vizinho à casa. É que: A LEI DEVERIA SER PARA TODOS, SEJA OU NÃO FAMILIA “PODEROSA” DE DEPUTADO OU NÃO.
A cidade aguarda um pronunciamento dos Martins a respeito do caso, até porque em 2014 é ano eleitoral. Mas com certeza está tudo legalizado, deve exitir todos os documentos e também a placa. É que algum funcionário da empreiteira deve ter esquecido de afixar e os funcionários que estavam no local não sabiam. Com certeza deve ter sido isto que ocorreu. Um deputado federal e sua familia não burla uma lei tão básica assim.
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