Os divinopolitanos não apenas tem cobrado um posicionamento público da entidade, mas tem a tem criticado veementemente já que não apenas o prefeito pertence à Maçonaria, como outros secretários que fazem parte da gestão da cidade e que na avaliação da população tem deixado a desejar.
Os holofotes foram parar em cima da Maçonaria depois que um determinado jornal (VER MATÉRIA) não se sabe com que objetivo, talvez de fazer um desnecessário “tutu”, falou para os “quatro ventos” que o prefeito de Divinópolis é maçom, como se isso lhe desse salvo conduto em suas “ações”, e fez mais enumerou outros membros do governo que são maçons. Então a partir desta matéria, a entidade que sempre primou pela discrição de seus membros e suas ações em momentos importantes (VER TÓPICO ABAIXO) da história, tornou-se meio comum, e queira ou não co-responsável. Não foram citadas outras entidades, como os clubes de serviços Rotary e Lions, foi citado tão somente a Maçonaria.
Em um passado recente o referido jornal, em outro episódio, este sim de cunho particular e privado, já que a pessoa envolvida, apesar de maçom não era um homem público do calibre de um prefeito, cobrou que a Maçonaria se posicionasse a respeito do fato. Então torna-se ainda mais legitimo e também democrático que as Lojas Maçônicas existentes na cidade e principalmente a Loja que o prefeito pertence se posicione diante dos fatos e da cobrança da população.
A gestão administrativa do prefeito maçom é tão sofrível que chega a existir movimento de abaixo assinado para um pedido de “impeachment” com milhares de assinaturas. Situação jamais vista nos 100 anos de história de Divinópolis.
A responsabilidade, indiretamente da Maçonaria, queira ou não, é grande. Posto que, além do prefeito do município diversos membros do governo são maçons. Do Legislativo existem vereadores, servidores e três deputados todos maçons. Na estrutura do Poder Judiciário existem juízes que também são maçons. No comando das Forças de Segurança da cidade, os dois cargos mais altos, são maçons. Logo, a Maçonaria está presente nos três Poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário.
A partir dos holofotes colocados sobre Maçonaria virou conversa comum hoje nas rodas da cidade as perguntas? Quem é, e quem não é maçom?. Se a Maçonaria domina ou não o município? Se a entidade tem ou não responsabilidade com a cidade?. Chegou-se ao ponto que, diante de tantos maçons existentes no governo, perguntarem se o Prédio da Prefeitura seria a fundação de mais uma loja, claro que em tom de ironia e brincadeira. Mas, totalmente fora dos padrões para uma Instituição que até então passava ao largo dos questionamentos e até mesmo das chacotas. Mas, uma das características da atual administração é quebrar os paradigmas, infelizmente, sempre para pior.
O Divinews dentro do norte democrático que sempre nos balizou, deixa aberto e a critério da Maçonaria quanto Instituição ou individualmente às Lojas, o espaço para se manifestarem, se assim desejarem.
ALGUNS MAÇONS DA CIDADE
Como virou meio comum, noticiado pelo referido jornal, no governo, Poder Executivo, além do prefeito, são maçons: o vice-prefeito, Rodrigo Resende; O secretário de Operações Urbanas, Simônides Quadros; O procurador Rogério Farnesi; O secretário de Fazenda, Antônio Castelo; Os deputados federais Jaime Martins e Domingos Sávio, além do estadual Fabiano Tolentino – No Legislativo, o vereador Adilson Quadros, o servidor da diretoria de Comunicação, José Vander – Nas Força de Segurança da cidade, o comandante da 7ª Região, Coronel Eduardo Campos; o comandante do 23º BPM, tenente-coronel Marcelo Carlos da Silva – No Poder Judiciário, dizem existir vários juízes maçons, contudo, também sem confirmação do Divinews, o mais citado é o juiz da Vara de Fazenda Pública, Núbio Parreiras.
Link de matérias relacionadas
Será que o Jornal Agora quis insinuar que é a Maçonaria quem governa Divinópolis?
A MAÇONARIA
é uma sociedade discreta e por discreta, entende-se que se trata de ação reservada e que interessa exclusivamente àqueles que dela participam.De caráter universal, cujos membros cultivam o aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia, igualdade, fraternidade e aperfeiçoamento intelectual, sendo assim uma associação iniciática e filosófica.
A maçonaria é, portanto, uma sociedade fraternal, que admite todo homem livre e de bons costumes, sem distinção de raça, religião,7 ideário político ou posição social. Suas principais exigências são que o candidato acredite em um princípio criador, tenha boa índole, respeite a família, possua um espírito filantrópico e o firme propósito de tratar sempre de ir em busca da perfeição,7 aniquilando seus vícios e trabalhando para a constante evolução de suas virtudes.
Os maçons estruturam-se e reúnem-se em células autônomas, designadas por oficinas, ateliers ou (como são mais conhecidas e correctamente designadas) lojas, “todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si.”






