Legislativo resistente em economiza cerca de R$ 240 mil na atual legislatura (Projeto de Kaboja)

Publicado por: suporte


Na sessão plenária de ontem (26/3), primeiramente tentaram dissuadir nos bastidores, no tal plenarinho, onde as coisas nem tão republicana acontecem, que o autor do projeto, Rodrigo Kaboja retirasse o projeto, como não conseguiram. No plenário mesmo, o vereador Adair Otaviano pediu, alegando que existem comendas importantes, como o de Líder Comunitário, alegando que os líderes trabalham de sol a sol em beneficio de sua comunidade, sem nenhum ganho. Neste caso até pode ser. Claro que existem algumas exceções. Mas que está havendo a banalização das homenagens. Isto está.

O levantamento feito pela equipe de Kaboja junto ao setor financeiro da Câmara apurou que o valor anual chega a R$ 60 mil reais, que multiplicado pelos quatro anos das legislaturas, totalizam R$ 240 mil reais. Isto só referente à solenidade em si. Não levando em consideração outras despesas, como hora de servidores que ficam disponíveis, energia, despesa de correio para envio de convites, etc.

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Edmar Rodrigues (PSD) em seu quarto mandato é outro defensor que as homenagens continuem alegando que são muito importantes.

A matemática da reeleição ad eternum é bastante lógica e simples. Um vereador que se dedique a arte de dar nome de ruas, junto às inúmeras homenagens existentes. Será reeleito sucessivamente independente do seu trabalho parlamentar. Poder ser reeleito até a morte, a não ser que desista. Foi reeleito pela segundo vez, vai para o terceiro, o quarto, etc. Simples assim!

O vereador Marcos Vinicius, sagaz que é, primeiramente “soprou”, “apoiando” o projeto de Kaboja, concordando que são interesses meramente eleitoreiros, mas depois “mordeu”, pediu 7 dias de vista para equacionar o problema, analisar melhor o projeto.

Kaboja, enfiado na cadeira ficou mudo. Não defendeu o projeto como normalmente se vê em um autor de uma idéia. Não pediu a palavra e pacificamente concordou sem falar um “a” concordou com o pedido de vista.

Esta é a Câmara de Divinópolis nos dias atuais. Todo mundo concorda com todo mundo. Como já disse o vereador Marquinhos Clementino (PSL) que nesta legislatura o ambiente está mais saudável, mais amigo, sem brigas, sem discussões. Acrescentamos: “Sem o sentido de parlamento – Estão precisando visitar e assistirem sessões das Assembléia Estaduais e da Câmara Federal para terem noção do que é parla”. A população está considerando: “Uma Câmara água com açucar”

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