O debate da TV Educativa Candidés, surpreendeu, não fosse o lamentável e triste episódio de um debate ficar sem relógio, teria sido perfeito. Mas a não existência da marcação do tempo deixou os telespectadores e principalmente os candidatos perdidos no gerenciamento do tempo.
O debate começou pontualmente as 21 horas, com um atraso de cinco minutos que nada comprometeu. As explicações das regras do debate, até com animação gráfica foi perfeita, o mediador o jornalista Benny Cohen impecável em sua atuação.
O Debate foi dividido em quatro blocos. No primeiro bloco um candidato era sorteado para falar sobre um determinado tema, também sorteado. No segundo bloco um candidato era sorteado para fazer uma pergunta para outro candidato sorteado, sobre um tema também sorteador. Já no terceiro bloco, um candidato era sorteado para fazer uma pergunta para outro candidato com o tema que ele quisesse. Ao final todos os candidatos fizeram suas considerações finais.
No primeiro bloco o ex-prefeito Galileu Machado foi sorteado para falar sobre obras e infraestrutura, teriam jogado o sapo no brejo, pois se há uma coisa que Galileu gosta de falar é de obras, principalmente pontes, mas aí vem o ponto fraco do ex-prefeito, a oratória, a extrema dificuldade que ele tem em falar em público, principalmente com o bicho televisão. Mas, como prefeito tem é que saber administrar e não fazer lindos discursos que nada resolvem. Galileu “discorreu” sobre os seus feitos.
O segundo a ser sorteado foi o ex-prefeito Vladimir Azevedo (PSDB) que teve como tema sorteado, o esporte e o lazer. Ele falou sobre o poliesportivo, o CSU, as 2500 crianças que fazem parte de projetos na área, e disse que tem como proposta aumentar o números de crianças, academias ao ar livre, entre outras propostas.
Jorge Torquato (PSOL) foi contemplado com o tema “Educação”. O candidato do PSOL se ficou enrolado para tentar explicar que ele não concordava com a informação que em sua opinião não era a real, ele queria falar sobre a classificação de Divinópolis no IDEB, o oba, oba que a atual gestão fez sobre o assunto. Mas disse que tem como proposta a escola em tempo integral, a valorização do pessoal da educação e sua qualificação.
Para o candidato petista caiu “Economia”. Beto Cury afirmou que para alavancar a enconomia do município e conseguir trazer novas empresas e ainda manter as que já estão instaladas é preciso investir em infraestrutura.
Heloisa Cerri do Partido Verde foi contemplada, aliás, por duas vezes consecutivas, com o tema “Agronegócio”. Heloisa falou que vai ampliar o atendimento ao pequeno agricultor passando de 30% para 100% as compras que atualmente o município faz do pequeno agricultor para ser usado na merenda escolar assim como prometeu melhorar as condições das estradas rurais.
Dando seqüência o candidato tucano, Vladimir Azevedo, foi sorteado com o tema saúde e reconheceu a deficiência do Pronto Socorro, enalteceu sua jóia da coroa que ainda está em obra e longe de acabar, o Hospital Publico Regional que ele na marra tomou dos outros prefeitos que fazem parte da região e que também vão pagar. O pior momento é quando Vladimir na maior cara de pau do mundo diz que a UPA – Unidade de Pronto Atendimento, localizada na Ponte Funda, está em funcionamento.
Nesta segunda rodada o tema de Jorge Torquato foi “Cultura”, o candidato do PSOL, falou que vai incentivar o carnaval, a verdadeira função para o Teatro Gravatá, levará o circo itinerante para os bairros, criando núcleos de oficinas culturais nos bairros. Finalizou filosofando: “A cultura e a saúde da alma”.
O tema do candidato do Partido dos Trabalhadores não poderia ser melhor “Habitação”. Beto fez questão de frisar para os telespectadores que o Minhas Casa, Minha Vida é um projeto do governo federal e que sua intenção, se eleito for, seria ampliá-lo ainda mais entregando mais habitação para a população divinopolitana.
Heloisa Cerri, ficou com o tema “Segurança”. A vereadora candidata a prefeita disse que a cidade a cada dia torna-se mais violenta que não vê policiamento ostensivo nas ruas, por isso é sua intenção criar uma guarda municipal e instalar o projeto “Olho Vivo” que ate hoje foi prometido e não foi instalado.
Sobre o “Meio Ambiente” Galileu Machado criticou a entrega do esgoto para a Copasa e o tratamento do Rio Itapecerica. Contou do absurdo que ocorre com a estação de esgoto próximo ao Presídio Floramar que por não estar funcionando, o esgoto passa dentro dela e é despejado in natura no Rio Itapecerica,
A temperatura subiu quando os candidatos começaram a fazer perguntas entre si. Aí sim virou um debate. E o prefeito/candidato ficou sensível com as verdades, que ele chamou de ataques.
A primeira pergunta foi de Galileu Machado para Vladimir Azevedo: o que o senhor fez pela saúde de Divinópolis? Vladimir afirmou que já tinha falado sobre o assunto no bloco anterior. Respondeu reconhecendo mais uma vez que o Pronto Socorro não funciona bem. Voltou a falar da coroa do rei, o Hospital Público, a Farmácia em Casa, que atende 250 pessoas, a criação do CAPS-AD Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e outras Drogas, falou do Crevisa, que diminuiu a quantidade de cães nas ruas. “Estamos Caminhando – Vamos salvar o Hospital São João de Deus”. Disse que fez três UBS (Unidade Básica de Saúde).
Na replica o ex-prefeito Galileu perguntou seco: “A UPA está funcionando”
Na tréplica, Vladimir Azevedo, mentindo, disse que está funcionando. A verdade é que não está funcionando, quem procura a UPA, é encaminhado para outras unidades de saúde, o Pronto Socorro ou algum posto de saúde. Veja matéria no Divinews.
A segunda pergunta foi do tucano Vladimir Azevedo para a candidata verde, Heloisa Cerri. O peessedebista quis saber qual é a política da candidata para o agronegócio. A estratégia que o seu grupo de cientistas políticos montou, era em tese perguntar um assunto que a candidata poderia não dominar muito. Mas Heloisa Cerri se saiu bem e reafirmou o que já tinha respondido anteriormente dizendo que vai continuar a incentivar o pequeno produtor rural para que toda merenda escolar seja fornecida por eles e não apenas 30% como é atualmente, ela quer 100%
Vladimir, na tréplica disse que investiu mais de R$ 2 milhões no agronegócio, e relatou a compra de diversas máquina, além do auto elogio de ter sido premiado.
Heloisa na tréplica contestou o Vladimir dizendo: “Acho que o candidato é muito otimista, ele não investe nem 1% do orçamento no agronegócio. O candidato faz milagre”
Na seqüência foi a vez de Heloisa Cerri fazer a pergunta para Torquato. Ela levantou a bola para Torquato, perguntando sobre infraestrutura. “Quais são suas propostas?”.
Torquato entrou de sola sem dó nem piedade em cima do prefeito/candidato, Vladimir Azevedo. “A primeira coisa que vou fazer é tampar o buraco da Paraná, aquela aberração – que congestiona o trânsito criando grandes transtornos”. A seguir falou do abandono dos bairros e que crianças estão até morrendo. Possivelmente ele estaria se referindo a poeira em excesso, esgoto a céu aberto e agora falta de água. O candidato afirmou que nesta gestão, Vladimir Azevedo priorizou a Rua Pitangui (A Rua que o Prefeito mora) e continuou: “Não existe vontade política do atual gestor e nem dos parlamentares”.
Na réplica a candidato do PV, Heloisa Cerri, emendou “Acho que o grande problema são as obras inacabadas – No meu governo vamos pavimentar todas as ruas criando uma usina de asfalto e não vamos cobrar IPTU do morador que não tiver infraestrutura em sua rua”
Torquato na tréplica criticou que o prefeito/candidato Vladimir tenha levado a construção do Hospital Publico assim como a construção da Sede Administrativa para uma área que vai ter problemas estruturais, principalmente no trânsito gerando um grande fluxo de veiculo na região. “Faltou planejamento nesta gestão”, afirmou o candidato.
Seguindo a regra de quem é perguntado, depois pergunta. Foi a vez de Torquato perguntar para Beto Cury, novamente sobre economia, já que nesta rodadas os temas eram previamente sorteador.
O petista lamentou que Divinópolis tivesse caindo da posição de 10ª cidade de Minas para 13ª, assim com o PIB – Produto Interno Bruto recuado em 4%: “Isto é resultado da ausência de investimentos – Há 20 anos a cidade não recebe uma grande empresa. Isto é inadmissível, o que afasta é a falta de infraestrutura”, afirmou Beto. Dando como um dos exemplos os problemas de acesso, um pedágio na chegada e outro na saída. Citou ainda o fiasco que foi a colocação de um semáforo na MG-050 na entrada para o Bairro Icarai que dá acesso ao Distrito Industrial. “Piorou a situação, agora está dando uma fila enorme na própria rodovia e na saída do bairro”.
Na réplica, Torquato criticou não apenas o governo estadual, mas também o federal e até mesmo o candidato Beto, por ter ficado 9 anos fora da cidade. “A cidade está é sem investimento” disse o filiado do PSOL.
Beto Cury na tréplica, meio irritado, ao seu estilo, disse: “Torquato você está desinformado, o governo federal trouxe para Divinópolis R$ 350 milhões em investimentos – Trouxemos uma Universidade Federal, uma restaurante popular, e recursos do PAC” E, emendou afirmando que a opção pelo seu nome é bom porque os recursos estão no governo federal.
Na seqüência do bloco de um candidato fazer a pergunta para o outro, o tema sorteado para o petista Beto Cury não poderia ter sido melhor, “Habitação” e o candidato que Beto perguntou foi para Galileu Machado: “Divinópolis teve investimentos fortes neste setor nos últimos anos, como o senhor vê o projeto Minha Casa Minha Vida?”
Galileu disse que em sua administração entregou 2.800 residências das quais 400 delas de forma gratuita para o cidadão. Mais do que foram entregues pelo programa. Mas, disse que se eleito for, na sua administração o “Minha Casa Minha Vida” continuará
Beto na Réplica aproveitou para desentalar o que estava na sua garganta e de todos os petistas de Divinópolis e nas pessoas mais esclarecida de que o Projeto Minha Casa Minha Vida, do governo federal foi surrupiado pelo governo tucano de Vladimir Azevedo que inclusive lhe deu outro nome, chamando-o de Divino Lar e fazendo uma farra no sorteio das unidades habitacionais, capitalizando eleitoralmente o bônus para sua campanha. O petista emendou: Tem um ditado antigo que é dito: “Dar bom dia com o chapéu dos outros – Aqui tem um candidato que chegou a mudar o nome do projeto Minha Casa Minha Vida para outro nome”. Beto finalizou a réplica reforçando que ele seria uma boa opção pois conhece os caminhos no governo federal e que se eleito vai ampliar o numero de residências.
Na tréplica Galileu Machado disse que vai regularizar dando a escritura definitiva as pessoas que até agora não tem.
Antes de mudar para as perguntas de tema livre, em que um candidato pergunta para o outro, houve um direito de resposta, concedido ao candidato Vladimir Azevedo, que repetiu no debate o que ele mais faz nos programas eleitorais. Qualquer coisinha se sente ofendido e pede direito de resposta, é muito sensível. Então foi lhe dado um tempo para contestar a “acusação” de Jorge Torquato sobre a rua em que ele mora, Pitangui.
Usando o direito de resposta, Vladimir disse que não houve nenhum privilegio para a melhoria da rua, foi sim em atendimento ao povo que já a utilizava como circuito de caminha e ele fez a primeira ciclovia de Divinópolis. Foi coincidência. Só esqueceu de falar que deixou abandonado o “Caminho dos Rouxinois” no Porto Velho. Será por que lá é um reduto eleitoral do vereador Edson Sousa que lhe faz oposição.
No penúltimo bloco, quando um candidato fez pergunta para o outro com tema livre o primeiro a perguntar foi o tucano Vladimir que escolheu Beto Cury para sua pergunta.
Vladimir se deu mal. Foi tentar reverter a indireta que Beto lhe deu sobre a questão de se auto promover com o chapéu dos outros e tomou mais ainda. Vladimir, inseguro, do tipo menino assustado, mas tentando passar uma imagem de enfrentamento e seguro. “O senhor afirma, ficou falando ai fazendo obra com o chapéu dos outros?”. Pergunta meio sem nexo.
Beto pausadamente disse: “O que eu questiono é quanto se omite as parcerias. Na UPA – Unidade de Pronto Atendimento teve muitos recursos federais, o senhor mudou o nome do Minha Casa Minha Vida para Divino Lar – E a UPA não está funcionando, até agora. O cidadão tem todo o direito de sabe de onde vem os recursos, a nossa gestão, a gestão do PT é republicana”.
Vladimir na réplica cometeu um ato falho ao tentar dizer que não se apropriou do Minha Casa Minha Vida, disse “Não é o nosso caso o programa Minha Casa Minha Vida, Divino Lar….”, reforçou o que eles fizeram mudando o nome do programa. E voltou a reafirmar que a UPA Ponte Funda está funcionando. De novo Vladimir mentiu. A UPA não está funcionando a não se o tucano tenha mudado literalmente o conceito da palavra/verbo funcionar.
Depois foi a vez de Beto Cury perguntar. E ele escolheu exatamente o tema “saúde” para a candidata Heloisa Cerri, com uma colocação e ao mesmo tempo pergunta: “Uma das bases do SUS é a atenção primaria, o que a senhora vai fazer?”.
Beto levantou a “bola” e Heloisa “chutou”, afirmando que no governo Vladimir Azevedo, além dos 33 que já existiam não foi criado nenhum, e que em conseqüência da inoperância dos PSF – Programa Saúde da Família o Pronto Socorro é sobrecarregado e emendou; “Me assusta muito quando o prefeito/candidato diz que a UPA está funcionando, a não ser que ele considere que apenas uma porta aberta tenha o significado de funcionamento. Porque o que existe é apenas uma porta aberta – As Unidades de Saúde da Sagrada Família, Belvedere e Tietê estão literalmente abandonados – O pior o povo está sofrendo na pele”
O petista na seqüência, na réplica: “Eu tenho ouvido que falta leito, falta remédio, faltam coisas fundamentais – Para o tamanho de Divinópolis deveria existir 38 PSF´s como é preconizado pelo Ministério da Saúde, isto evitaria que as pessoas sobrecarregassem o Pronto Socorro”.
Heloisa na tréplica, resumidamente disse que é preciso acabar com as filas e no seu governo vai criar o SAMU.
Na segunda pergunta, foi a vez de Heloisa Cerri, perguntar. E ela escolheu Galileu Machado para ser “escada” para a sua réplica, que também era saúde.
Galileu reforçou a importância dos PSF – Programa Saúde da Familia dizendo que é a base de tudo, pois desafoga o Pronto Socorro.
Cerri, na tréplica achou o gancho para falar sobre a Copasa, dizendo que “água e esgoto também são saúde” E fez suas fundadas e já conhecidas criticas ao prefeito/candidato por ter entregue o tratamento do esgoto para a Copasa.
Seguindo o debate, Galileu Machado perguntou para o Torquato sobre o Guarani, mas a pergunta ficou prejudicada pois ele não conseguiu se expressar exatamente no que queria perguntar. Torquato, mesmo assim respondeu que o local em que o Guarani está instalado é um local inadequado pois é uma área alagável e que é preciso fazer um centro de treinamento em outro local. Galileu a seguir contou que já existe um projeto pronto neste sentido.
A terceira pergunta pertenceu ao candidato Jorge Torquato, que perguntou para Vladimir Azevedo: “O senhor quando vereador não era a favor da entrega do esgoto para a Copasa, porque mudou de idéia?”
O tucano mais uma vez tentando demonstrar segurança, disse que o tema foi até bom ser abordado para que fosse mais uma vez esclarecido. Começou com uma frase meio dúbia de duplo sentido: “O mundo real não é assim….???”. E explicou que o tratamento do esgoto não poderia ser desassociado da água, e jogou a culpa no Galileu por ter renovado o contrato de concessão da água com a COPASA por 30 anos (logo a seguir no debate, o ex-prefeito Galileu lê um trecho do contrato que desmente a deslavada mentira do tucano). Vladimir para justificar a assinatura apela logo para a salvação do Rio Itapecerica.
Torquato na réplica disse concordar plenamente em salvar o Rio. “Gostaria de arrefecer a sua memória de que o senhor era veementemente contra – E em seus discursos na Câmara sempre dizia que a Copasa não tinha competência para tratar do esgoto – Muitos municípios tratam dos seus esgotos – O SENHOR FALTA COM A VERDADE”.
Na tréplica de Vladimir Azevedo, vem o golpe que ele usou no debate da TV INTEGRAÇÃO em 2008, quando se fez de coitadinho e o povo ficou com peninha dele, neste debate da TV Candidés mais uma vez usando a tática do que é bom deve ser repetido, o pobre menino disse respondendo ao Torquato: “MAIS UMA VEZ QUE EU SOU O ALVO COMUM”. Claro que sim, é o prefeito em exercício é o homem que administra a cidade, que é candidato a reeleição. Tem é que agüentar o tranco e não ficar se fazendo de coitado. Em 2008, por não ser o prefeito, colou, desta vez a estratégia não vai colar.
Continuando Vladimir falou que não aceitou o contrato da COPASA naquela época por que foi uma negociação mal feita. De novo, com total despreparo e querendo limpar sua barra da dubiedade de posição, quanto vereador e quanto prefeito, disse “NÃO VAMOS CAIR AQUI NAS PROVOCAÇÕES”
Beto Cury, em conseqüência do problema que ocorreu com o relógio teve mais 40 segundos para complementar uma respostas sobre saúde; “Não temos o SAMU e deixamos de receber cerca de R$ 7 milhões por falta de projetos”.
Vladimir também teve um tempo extra em conseqüência do mesmo problema, da marcação do tempo, que mais uma vez ele usou da estratégia do coitadinho; “… DIANTE DE TANTOS ATAQUES…” . Não dá para não fazer um comentário. Parece aqueles meninos que não podem ser contrariados que fazem queixas, neste caso está se queixando para a população, pensando que desta vez ele é o herói que esbraveja na Câmara contra o ex-prefeito Demetrius. Hoje é ao contrário, ele é o vilão, e não o herói, e vilão o povo não defende, ajuda a bater.
Nas considerações finais, Galileu Machado, desmentindo Vladimir Azevedo, mostrou uma parte do contrato da época que ele assinou a renovação da concessão da água para a Copasa, em que uma das cláusulas consta que o contrato poderia ser rescindido a qualquer momento por uma das partes.
O reforço do que o ex-prefeito Galileu mostrou e que Vladimir esconde é que ele (Vladimir) se valendo desta cláusula rompeu o contrato de água com a Copasa e fez outro para caminhar junto no mesmo tempo do contrato que ele passou o tratamento do esgoto para a Copasa. Então, é uma mentira deslava Vladimir Azevedo atribuir a culpa para o ex-prefeito Galileu Machado, já que o contrato original assinado por Galileu foi rompido e assinado outro.
O petista Beto Cury encerrou como é de praxe em debate, pediu que a população faça uma reflexão com o olhar no futuro, pedindo voto. E finalizou dizendo indiretamente para o pedido de Vladimir Azevedo: “No intervalo do 1º tempo quando um time não está bom faz-se a substituição”. O resumo da ópera é que Vladimir jogou mal no primeiro tempo, fez um péssimo governo, portanto, não tem direito a querer um segundo tempo, uma reeleição. Tem que ser substituído.
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