O corte de água, que começou ontem, 10, seria motivado por uma dívida da Copasa Serviços de Irrigação, subsidiária da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), no valor de R$ 95 mil, com o Distrito de Irrigação da Etapa 1 – associação sem fins lucrativos que fornece água para a região. A Copasa é responsável pela gestão da distribuição de água da etapa 2, mas estaria descumprindo o contrato com o Distrito, que estabeleceu, desde janeiro, um acréscimo no valor mensal a ser pago pelos seus serviços, considerando o aumento nos gastos com a energia elétrica usada para o bombeamento de água.
Empresários da etapa 2 estão indignados com a postura da Copasa em manter a dívida e estimam um prejuízo de milhões de reais por dia. “Além das culturas, várias agroindustrias, que geram mais 2 mil empregos, correm risco de fechar”, afirmou um dos empresários que coordena o projeto e preferiu ter seu nome preservado.
A assessoria de imprensa da Copasa foi procurada, mas ainda não se manifestou sobre o assunto.
Fonte: site teclai






