Nesta legislatura os vereadores, principalmente os de oposição, parecem que não foram eleitos legitimamente pelo o voto que a população lhes deu. Ninguém os respeita. Há alguns meses alguns servidores da Câmara, liderada pela secretária geral, Vanícia Rocha, quase destituiu a vereadora Heloisa Cerri do cargo. Em um passado um mais distante foi o diretor de Comunicação, Flávio Ramos que entrou em um embate com o vereador Edson Sousa que chegou pedir a demissão do servidor, mas tudo foi contornado com panos quentes.
Não bastassem os embates diretos do secretário adjunto de saúde, Gilmar Santos, com a vereadora Heloisa Cerri, nesta quinta-feira (22/03) surgiu Willian Araújo, um novo personagem para quebrar a hierarquia e o respeito entre os dois poderes e se insurgiu “corajosamente” contra o vereador Edson de Sousa (PSB) chamando-o de irracional e passional, além de julgar que o pronunciamento do edil era pequeno demais.
Na administração do prefeito Vladimir Azevedo (PSDB) extensivo à Presidência do vereador Pastor Paulo César e de Anderson Saleme, a liturgia e a respeitabilidade dos seus cargos, foram totalmente quebradas. Não existe. São passionais e não racionais. Envolvem-se nas mais diversas picuinhas. Não se comportam como estadistas.
Segundo informações colhidas pelos experts políticos e histórico da cidade, nunca na história de Divinópolis, o jogo foi tão baixo.
O caso é que após a denúncia do vereador Edson Sousa de que a casa de um contribuinte tinha sumido no cadastro do IPTU e ela aparecia como demolida, e foi noticiado por vários veículos de comunicação, inclusive o Divinews (leia matéria), o secretário Adjunto de Cadastro e Fiscalização, atropelando a hierarquia do Executivo, se viu no direito de enviar uma “Nota de Esclarecimento” diretamente, sem passar pelo Prefeito, ou pelo Chefe de Governo, Antônio Faraco, uma correspondência endereçada ao Presidente da Casa Legislativa, explicando o fato ocorrido.
Acontece que a correspondência sequer chegou nas mãos do Presidente da Casa, foi interceptada pelo vereador Beto Machado (PSDB) que de imediato a leu em plenário. O rito da Casa Legislativa e o Regimento Interno da Casa, mais uma vez foi rasgado e jogado no lixo.
Veja a correspondência enviada pelo
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