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O clima esteve tenso durante todo o dia, em quase todos os espaços externos e internos da Assembléia Legislativa. Diferentemente de Divinópolis que o presidente reprime qualquer manifestação no interior da Câmara. O saguão foi ocupado por centenas de professores manifestantes que gritavam palavra de ordem contra o governado.
A sessão plenária na ALMG teve que ser interrompida diante da manifestação que os professores realizaram dentro da Casa do Povo. Chegaram a jogar moedas e cédulas nos deputados.
Em Divinópolis, por muito menos, pela existência de três reles vassourinhas, o presidente da Casa, pastor Evangélico da Igreja Renascer, Paulo Cesar Santos, em uma atitude antidemocrática e de inexperiência na condução dos trabalho, mas seguindo o estilo ditatorial com o povo, que norteia sua administração, chamou a policia e por pouco não mandou prender uma cidadã que portava uma das vassouras.
Os deputados estaduais que tem seus gabinetes na própria assembléia e não no prédio anexo, se refugiaram em suas salas e da la não saiam. Já os que possuem gabinetes no prédio anexo, tiveram dificuldades em atravessar no meio dos manifestantes para irem para os seus gabinetes, ou simplesmente deixarem o prédio.
Correu uma noticia, não confirmada de que um deputado teria levado um tapa no rosto. Um grande contingente policial ficou de prontidão na área externa e os seguranças internamente. Quando um deputado saia era rodeado de seguranças que davam cobertura para que atravessassem a rua.
Neste momento, os lideres postados no carro de som, solicitavam que os deputados fossem identificado,s de qual cidade eles eram e mandava um recado para os seus eleitores tomarem ciência da posição governista do parlamentar. Que eles eram contra a educação.
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