Release Secretaria Adjunta de Comunicação: prefeito de Divinópolis exige de copasa solução para abastecimento de água

Publicado por: suporte

Prefeito exige de Copasa solução para abastecimento de água
 
 

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Seis caminhões-pipa atendem região sudeste; Solução definitiva pode ser antecipada para seis meses, com a decretação de estado de calamidade

 
 
Por determinação do prefeito de Divinópolis, Vladimir Azevedo, foram convocados para uma reunião representantes da Companhia de Saneamento Básico (Copasa) e líderes comunitários dos bairros da região sudeste do município, os principais atingidos pela falta de água.  O encontro ocorreu na sede distrital do Alto Pará, no bairro Belvedere na tarde desta quinta-feira (08/09).
 
Além do Prefeito, participaram o gerente Geral do Distrito do Alto Pará da Copasa, Faissal Emílio Dabien Haddad, o chefe do departamento de Operações Centro-oeste da Copasa, Maurício Paulo Pereira, o diretor de Operações Centro-leste da Copasa, Valério Gambogi, o secretário de Governo, Antônio Luiz Arquetti Faraco Júnior, o secretário adjunto de Desenvolvimento Comunitário, Luiz Gonzaga Militão, o gerente de Assuntos Comunitários, José Salvador de Melo, o secretário adjunto de Comunicação Social, Walon Delano, representantes da Emop, e líderes de bairros, como Davanuze, Dona Rosa, Santa Rosa, Santa Lúcia, Interlagos, Nações, entre outros.
 
No encontro, Vladimir Azevedo exigiu de forma enfática da concessionária de prestação de água e esgoto medidas efetivas e de curto prazo para a solução do abastecimento de água. O Prefeito solicitou incisivamente a necessidade de a Copasa avançar e agilizar na sua estruturação física e operacional, uma vez que já foram garantidos os investimentos para a execução do Projeto para eliminar os problemas de abastecimento de água que têm atingido em especial a região sudeste do município. “Estou somando forças com as lideranças aqui representadas para cobrar, mais que uma mudança de perfil, mas a garantia dos investimentos já anunciados na estruturação física e na solução definitiva da distribuição de água”, disse. “Sabemos que existem empecilhos burocráticos na execução de um projeto de médio e longo prazo, mas nesta relação entre concedente e concessionária, e diante da necessidade destas famílias, quero reforçar que a Prefeitura irá somar no que lhe competir para que a Copasa tenha todas as informações necessárias para configurar a situação como de calamidade, para que desta forma, ela possa agilizar a estruturação da rede de distribuição de água”, argumentou.
 
O Prefeito enfatizou a necessidade de que a Copasa trace um plano de contingenciamento mais eficaz na solução de curto prazo para problemas de abastecimento, com garantia de que a concessionária mantenha um quadro permanente de caminhões-pipa para essas ações. Além disso, solicitou que a Copasa efetive um plano de comunicação na empresa que possibilite, como utilidade pública, a educação para o uso racional da água em situações ocasionais de desabastecimento, além de medidas mais rápidas para a minimização de seus efeitos.
 
O chefe do departamento de Operações Centro-oeste da Copasa, Maurício Paulo Pereira, acompanhado do gerente Geral do Distrito do Alto Pará da Copasa, Faissal Emílio Dabien Haddad, e do diretor de Operações Centro-leste da Copasa, Valério Gambogi, assegurou que serão investidos em torno de R$ 2,5 milhões na estruturação física para atender de forma prioritária a região sudeste, e que a empresa se comprometerá para solucionar, em definitivo, o problema de desabastecimento naquela região, através da execução do projeto já aprovado, antes do período de um ano, anteriormente previsto. Para isso, buscará deliberar para que, com a configuração do estado de calamidade, o mesmo seja executado dentro de um período de seis meses. “Hoje, já temos a situação emergencial para correção da falta de abastecimento na região [sudeste], em conseqüência de um problema na adutora na semana passada, com retenção de ar, que comprometeu o abastecimento. Hoje, estamos com quatro caminhões-pipa atendendo a parte alta da região, e outros dois a caminho”, informou. “A solução definitiva será através de obra, e a Copasa já contratou o projeto. Estamos buscando recursos para iniciar a implantação do Projeto. Ele prevê o aumento da capacidade de bombeamento, aumento da rede que leva água para as residências, do diâmetro da rede, e aumento da capacidade de reservação, saindo de 200 mil litros para um milhão de litros. Esta é a solução definitiva da região”, estimou.
 


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