A decisão foi amparada pela equipe da deputada e, também, pelas lideranças que apóiam o mandato na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Nos primeiros meses de mandato a deputada optou por receber a verba e repassar para entidades sociais.
De acordo com Luzia Ferreira, e devido aos questionamentos de parte da população, a verba recebida era repassada a instituições sociais beneficentes. “As pessoas dizem que, de qualquer forma, é recurso público e eu poderia estar ajudando, por exemplo, minhas bases, pois não passou por uma seleção. Então, em função dessa dificuldade de ter um processo claro, resolvemos suspender o pagamento em comum acordo com minha assessoria”, afirmou.
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